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	<title>Webcetera</title>
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	<description>blog profissional, SEO e criatividade</description>
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		<title>t&#237;tulos inteligentes para o seu post</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 18:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Três comentários: Qualquer livreiro sabe a importância da capa e do título do livro. Na estante da livraria, ou na loja virtual, estão entre os principais fatores de decisão de compra de um livro; A sua vó sempre te disse que “a primeira impressão é a que fica”; E só pra reforçar a idéia que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Três comentários:</p>
<ol>
<li>Qualquer livreiro sabe a importância da capa e do título do livro. Na estante da livraria, ou na loja virtual, estão entre os principais fatores de decisão de compra de um livro;</li>
<li>A sua vó sempre te disse que “<em>a primeira impressão é a que fica</em>”;</li>
<li>E só pra reforçar a idéia que frequentemente as pessoas não passam da superfície, tem outro ditado nessa linha: “<em>quem vê cara não vê coração</em>”;</li>
</ol>
<p>Seu site (ou blog) é um artigo de mídia, TEM que chamar a atenção das pessoas, ou estará destinado ao ilustre anonimato, junto com a imensa maioria do bilhão de blogs que há net afora.</p>
<p><strong>sites de busca – expressão em destaque<br />
</strong>Quando uma busca é feita no Google, são poucas as informações que definirão ou não um clique, mas certamente a mais destacada é o título. Veja o exemplo abaixo, de um link que dá bons resultados aqui para o blog:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://webcetera.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/image.png"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" alt="image" src="http://webcetera.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/image_thumb.png" width="244" height="40" border="0" /></a></p>
<p>Quem fizer uma busca sobre “gênero, número e grau”, provavelmente, deseja receber informações sobre a famosa expressão. Portanto, se o título trouxer destaque para o objeto central do texto, foto, etc… aumenta a probabilidade que seja clicado. Sejamos realistas, se a listagem do Google trouxesse o título “o que chuchú tem a ver com tomate”, dificilmente seria clicada.</p>
<p><strong>sites de busca 2 – melhorando sua posição</strong><br />
Ao contrário do que pregam alguns magos (picaretas) de SEO por aí, não é fácil colocar um site no topo da lista, principalmente se o termo de busca for popular. Mas dá pra seguir o seguinte raciocínio: o que os sites de busca querem é que os usuários fiquem satisfeitos, ou seja, cliquem nos links do resultado da busca e considerem o resultado relevante. Se for assim, voltarão para fazer novas buscas e aumenta a probabilidade de clicarem em um anúncio pago ($$$).</p>
<p>Lembra do item anterior? O título é MUITO importante para o usuário decidir o clique no resultado da busca, portanto, é também MUITO importante para a classificação do seu site (mas lembre-se, uma infinidade de fatores). Um bom título resulta em melhor classificação.</p>
<p><strong>RSS</strong><br />
aproximadamente 10% dos leitores do Webcétera utilizam algum agregador de notícias (eu mesmo, utilizo o Feedly, agora que o Google Reader morreu). Assim como na busca, o título é importante para definir se o seu artigo será lido ou não, como mostra o exemplo abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://webcetera.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/image1.png"><img class="aligncenter" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" alt="image" src="http://webcetera.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/image_thumb1.png" width="244" height="67" border="0" /></a></p>
</blockquote>
<p>No próximo post, um checklist para um bom título.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>13 regras para atua&#231;&#227;o em Redes Sociais</title>
		<link>http://webcetera.com.br/blog/2013/04/29/13-regras-para-atuao-em-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 21:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post abre uma sequência sobre estratégia em redes sociais. O primeiro é sobre o que fazer e o que não fazer online. Há três anos (2010), enquanto eu fazia uma apresentação sobre atuação em redes sociais para o diretor de mídia de um projeto de mais de R$ 100 milhões, ouvi dele a seguinte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Este post abre uma sequência sobre estratégia em redes sociais. O primeiro é sobre o que fazer e o que não fazer online.</p>
<p>Há três anos (2010), enquanto eu fazia uma apresentação sobre atuação em redes sociais para o diretor de mídia de um projeto de mais de R$ 100 milhões, ouvi dele a seguinte frase:    <br /><em>“minha posição é que é melhor não fazermos nada sobre redes sociais. Se falarmos alguma coisa, alguém irá achar ruim. Se ficarmos quietos, ninguém vai falar nada e é melhor assim”.      <br /></em>Como não dá para ir despreparado para uma reunião, já havíamos rodado os robozinhos da Netbrands e feito uma pesquisa da marca nas principais redes à época. Claro que a marca era falada, muito comentada, mesmo. E nem tudo eram flores, com dá para imaginar pela “estratégia” dele.     <br />Não querer atuar com sua marca/produto em redes sociais é como não ir ao médico para evitar escutar que está doente. A falta de um exame não te cura de uma doença, da mesma forma que a falta de uma estratégia online não consegue te deixar “nas sombras”.</p>
<p>Essa regra vale para qualquer situação, independente do seu tamanho. Pode ser uma multinacional do varejo, uma campanha política ou o seu blog pessoal. Alguém está falando de você, o melhor é fazer é saber o que dizem e como reagir.</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Recomendações gerais</strong></p>
<p>O sucesso de atuação em mídias sociais depende de uma série de fatores, entre outros:</p>
<ul>
<li>Entender que redes sociais são <strong>canais de conversação</strong> e não megafones para amplificar apenas a sua voz; </li>
<li>Ser civilizado, honesto, ético e responder quando “falam” com você; </li>
<li>Lembrar-se que nada é eternamente privativo na rede; </li>
</ul>
<p><u><strong>Práticas recomendadas</strong>       <br /></u></p>
<p><em><strong>escute</strong> </em>    <br />Invista parte do seu tempo escutando o que dizem na rede social. Não apenas a seu respeito, mas também da concorrência ou sobre temas de interesse do seu público alvo. Quanto melhor sua compreensão do que interessa à sua audiência, maior precisão haverá nas suas iniciativas. Por exemplo, se está falando para um grupo sobre “pets”, mas são todos apaixonados por gatos, talvez não seja muito frutífero falar de ração para dobermanns. </p>
<p><strong><em>fale        <br /></em></strong>escutar é importante, mas não há conversa com quem nunca diz nada. É importante que você “fale” na rede. Retweet, like, faça comentários em posts e vídeos, etc… Sua participação te tornará efetivamente parte da comunidade. A estratégia de “entrar mudo e sair calado” não gera, claro, repercussão.</p>
<p><strong><em>Seja preciso</em>       <br /></strong>A web é, desde o início, um ambiente de <em>tolerância zero</em>.Se fizer um comentário baseado em um palpite e seu <em>chute</em> estiver equivocado, tenha certeza que será bombardeado. Por outro lado, se seus comentários são baseados em informações sólidas (é uma ótima prática referenciar a fonte utilizada),você se tornará um ponto de referência e ganhará credibilidade. Mas, como todos erramos, um dia sua informação sairá “torta”. Bom, o melhor a fazer é ser preciso na correção. Assuma o erro e procure trazer a informação certa.</p>
<p><strong><em>calma</em></strong>     <br />Uma vez escutei que precisamos de dez anos para construir a obra de nossas vidas, mas de apenas 1 segundo para destruir tudo em um ato impensado. Guardadas as devidas proporções, utilize a mesma lógica nas suas interações online. Se está nervoso ou irritado com algum tema ou colocação, não responda na hora. Aguarde e pense bem nas colocações que deseja fazer. Se for um post, por exemplo, escreva um <em>rascunho</em>, mas não publique. Melhor demorar a responder que mandar uma bobagem a jato.</p>
<p><strong><em>agregue valor</em></strong>     <br />Eu admito, essa história de “agregar valor” é um clichê muito chato, mas serve bem aqui. Não faça um comentário, texto, vídeo, etc… só por fazer, que apenas gere promoção pessoal sem agregar nada ao grupo. Via de regra, isso será visto de forma negativa. Para que um material <em>deslocado</em> caia nas graças de todos, sua qualidade dever ser surpreendente.</p>
<p><strong><em>impacto</em></strong>     <br />Você não é apenas você. Sua atuação profissional e pessoal, na rede, se confundem. Um comentário infeliz na conta da empresa pode ser “atribuido” ao presidente, por exemplo, gerando uma tremenda saia justa.</p>
<p><strong><em>seja você</em></strong>     <br />já reparou que quando queremos falar mal de alguém é comum utilizar expressões como “falso”, “duas caras”, ´”traíra”, “age pelas costas”, etc…? Não finja ser quem não é nem crie identidades falsas (ou se criar, seja específico: perfil FulanoFalso, por exemplo).</p>
<p><em><strong>respeito</strong>       <br /></em>é muito mais provável que você seja ouvido e/ou atendido ser for respeitoso com os outros. Ser “respeitoso” não significa ser formal, mas entender e seguir as regras que ditam comportamentos em um determinado grupo. As noções de comportamento adequado de uma comunidade de catequese para a terceira idade são diferentes de um grupo <em>punk</em>.</p>
<p><strong><em>confidencialidade e confiabilidade</em></strong>     <br />se recebeu um material que não deve ser distribuído, não distribua. Seja confiável. As pessoas podem achar curioso saber de algo que não deveriam, mas, acredite, irão tachar o autor da inconfidência de “fofoqueiro”, ou coisa pior.</p>
<p><strong><em>legalidade</em></strong>     <br />Esteja sempre ciente que suas ações online estão sujeitas a ações legais. Qualquer um pode ser processado (cível e criminalmente) por qualquer conteúdo indevido.</p>
<p><strong><em>código de ética</em></strong>     <br />Em geral, qualquer blog, comunidade, rede social, etc… possui instruções de uso, código de ética, ou algo equivalente. Procuro saber, antecipadamente!, qual o conjunto de regras gere as interações do espaço que pretende frequentar.&#160; </p>
<p><strong><em>tempo certo</em></strong>     <br />esse último item se confunde com vários dos outros, mas é importante lembrar que uma informação pode ser relevante em um determinado momento e completamente inútil em outro. Ou ainda, ser confidencial hoje e pública amanhã. Certifique-se que suas ações estão adequadas para o momento.</p>
<p><strong><em>esteja presente</em>       <br /></strong>lembra do diretor do início do post? Ele fez a escolha errada e aconteceu o óbvio: não esteva presente quando as oportunidades surgiram e seu espaço foi ocupado pela concorrência. A ausência é uma opção. Seu único problema é ser uma opção pior que participar.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Essas são as recomendações gerais de atuação em redes sociais. Não são dogmas nem estão talhadas em pedra, são apenas isso, recomendações, mas, sei por exeperiência, dão bons resultados. </p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:3aa20271-aaec-4e0a-a404-93ca9fbd6f8b" class="wlWriterEditableSmartContent" style="float: none; padding-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px; display: inline; padding-right: 0px">Technorati Tags: <a href="http://technorati.com/tags/redes+sociais+netbrands" rel="tag">redes sociais netbrands</a></div>
<p> No próximo post, falarei de identidade visual.</p>
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		<title>o bom filho &#224; casa torna</title>
		<link>http://webcetera.com.br/blog/2013/03/05/o-bom-filho-casa-torna/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 02:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gostaria de informar aos meus queridos leitores que este blog voltou à ativa. Muito aconteceu comigo e há muito o que atualizar. Por favor, aguardem novidades.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de informar aos meus queridos leitores que este blog voltou à ativa. Muito aconteceu comigo e há muito o que atualizar. Por favor, aguardem novidades.</p>
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		<title>Por que tipo de conteúdo online você pagaria?</title>
		<link>http://webcetera.com.br/blog/2010/02/16/por-que-tipo-de-conteudo-online-voce-pagaria/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 19:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Nielsen, maior empresa de pesquisas do mundo, um &#8220;Ibope&#8221; de abrangência global, resolveu perguntar aos internautas do mundo se eles pagariam por conteúdo online de notícias e entretenimento. A resposta surpreendeu muita gente: nem sim, nem não, mais para um &#8220;depende&#8221;. Veja o gráfico abaixo: Pagar ou não pagar, eis a questão: A pesquisa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Nielsen, maior empresa de pesquisas do mundo, um &#8220;Ibope&#8221; de abrangência global, resolveu perguntar aos internautas do mundo se eles pagariam por conteúdo online de notícias e entretenimento. A resposta surpreendeu muita gente: nem sim, nem não, mais para um &#8220;depende&#8221;. Veja o gráfico abaixo:</p>
<div id="attachment_458" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-full wp-image-458" title="paid-content-type" src="http://webcetera.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/paid-content-type.png" alt="Grafico: porcentagem de usuários que pagariam por conteudo online" width="495" height="496" /><p class="wp-caption-text">Grafico: porcentagem de usuários que pagariam por conteudo online</p></div>
<p><strong>Pagar ou não pagar, eis a questão:<br />
</strong>A pesquisa foi realizada com 27.000 internautas de 52 países. Claro que a imensa maioria (85%) prefere que o conteúdo continue gratuito, mas aceitam pagar se for algum produto de alta qualidade, como filmes, seriados, música e jogos dos principais estúdios e produtores. Mas por um conteúdo de produção mais barata e caseira, como o gerado por outros internautas, a tendência é simplesmente procurar por algo equivalente e ainda gratuito.</p>
<p><strong>Lei da compensação<br />
</strong>Ainda segundo a pesquisa, a maioria dos internautas concorda que um conteúdo, para merecer ser pago, deve atender a determinadas condições.:</p>
<ul>
<li>78% dos entrevistados acreditam que suas assinaturas de produtos offline (revistas, jornais, tv a cabo,&#8230;) devem fornecer acesso ao conteúdo online sem custo adicional.</li>
<li>71% afirmou que pagariam por um conteúdo apenas se ele fosse <strong>muito</strong> superior a um equivalente gratuito.</li>
<li>79% não utilizariam mais um serviço online que começasse a cobrar. Esse grupo iria procurar por um equivalente gratuito.</li>
<li>62% afirmam que caso efetuassem uma compra, deveriam ser livres para copiar ou compartilhar o conteúdo.</li>
</ul>
<p>Não há consenso se a qualidade do conteúdo sofrerá danos caso as empresas não consigam cobrar por seus serviços: 34% acreditam que sim, enquanto 30% afirmam que não; os 36% restantes não possuiam opinião formada sobre o assunto.</p>
<p>Apesar de crescer entre as empresas a noção de que só é possível obter lucro considerável, ou mesmo o mínimo necessário para operar, cobrando pelos serviços, não há consenso sobre o melhor modelo a ser seguido. As empresas estão experimentando diversas alternativas, da assinatura às compras individuais e alguns modelos intermediários. Um pouco mais da maioria dos entrevistados (52%) dizem preferir compras individuais, apesar de algumas dificuldades de implementar a fase de cobrança desse modelo. Ainda, 43% afirmaram que um método de pagamento mais fácil facilitaria a decisão de efetuar uma compra.</p>
<p>Na briga entre conteudo gratuito com anúncios e conteudo pago sem anúncios, surgiu o modelo intermediário: conteúdo pago com alguns anúncios. Ainda que 47% dos internautas aceitam mais propagando do que há hoje para subsidiar conteúdo gratuito, mostrando boa relação com os anúncios, 64% não querem anúncios em nenhum conteúdo pelo qual pagaram.</p>
<p>E você, pagaria por conteúdo online? Se sim, por que tipo de conteúdo? Deixe seu comentário.</p>
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		<title>Uniban, ou sua marca na internet</title>
		<link>http://webcetera.com.br/blog/2009/11/10/uniban-ou-sua-marca-na-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 09:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Uniban está esfolada viva. Há até vídeos parodiando a situação com o nazismo. Nele, Hitler e seus asseclas sentem-se &#8220;humilhados&#8221; ao sofre comparação com a tal Universidade Bandeirantes. Mas como isso foi acontecer com a marca Uniban? Simples, um tal de youtube. Um tal de twitter e uns tais de blogs, orkuts e equivalentes. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Uniban está esfolada viva. Há até vídeos parodiando a situação com o nazismo. Nele, Hitler e seus asseclas sentem-se &#8220;humilhados&#8221; ao sofre comparação com a tal Universidade Bandeirantes. Mas como isso foi acontecer com a marca Uniban? Simples, um tal de youtube. Um tal de twitter e uns tais de blogs, orkuts e equivalentes. Mas nada é tão ruim que não possa piorar, não é mesmo? Pois bem, algum conselho de &#8220;dotores&#8221; resolver expulsar a moça que quase foi esfolada viva. Pra não mencionar as intenções de crime sexual. Repete-se assim a cantinhola das massas ignorantes (isso em uma universidade?!) que prega ser a vítima culpada das agressões. Os réus, aquela massa de covardes, são apenas executores de um destino que a tal moça do vestido curto cavou para si. Isso em uma universidade?!</p>
<p>Enfim, há posts e artigos e tudo o mais sobre o caso, não preciso ir aos detalhes. O que me interessa aqui é a marca Uniban. Convenhamos, já era. Os alunos com bom senso que lá estudam estão revoltados, assistem incrédulos à derrocada de seus investimentos em um curso superior. Sabem que por um bom tempo, sempre que apresentarem seu diploma da Uniban, ouvirão algo como &#8220;<em>-ahh, aquela da moça do vestido curto!&#8221;</em>. Se não com as orelhas, &#8220;ouvirão&#8221; na fisionomia do interlocutor. Há algo que se possa fazer? Bem, até há.</p>
<p>Primeiro, dar um jeito na bagunça. Readimitir a moça como estudante deve ser o primeiro passo. Identificar tantos agressores quanto possível (há imagens de sobra pra isso) e aplicar punição DURA, seria outra. O sujeito que aparece pendurado no vidro da sala onde Geyse está abrigada, se balançando como um King Kong no cio, esse sim, deveria ser expulso.</p>
<p>Segundo, muito trabalho de mídia. Vídeos de ações de inclusão ajudam. Claro, não chegarão a arranhar a visitação do &#8220;vídeo da loira da Uniban&#8221;, mas é o começo da reconstrução. Entrevistas e posicionamentos em sites e blogs. Mas pelo amor de Zeus, com gente que não escreva notas preconceituosas. A que justificava a exclusão da moça achei que era uma brincadeira. Inacreditável que uma universidade publique aquilo (uma universidade?!).</p>
<p>Terceiro, nas duas ações anteriores, fazer o &#8220;mea-culpa&#8221;. Demonstrar humildade como forma de superioridade.</p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Agora, o que é realmente inacreditável nessa história toda, é o despreparo completo em lidar com essas novas mídias. Essas que não dependem de assessoria de imprensa, até porque não lêem esse tipo de coisa. Essas que não se influenciam ou não por perder anunciantes, os anúncios do google adsense continuam aparecendo. O tal marketing de redes sociais não é um bixo de sete cabeças, é apenas OUTRO bixo de sete cabeças. (Sim, biXo).</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Claro, vamos atestar o óbvio. Geyse foi fisicamente protegida (também, só faltava joga-la aos estupradores em potencial!), mas não moralmente. A Uniban quis deixá-la aos estupradores morais e acabou sendo ela, Uniban, identificada como algoz.  Em um novo cenário, a Uniban protege a moça e depois leva ao ministério público tantas informações quanto legalmente possível sobre os &#8220;loucos&#8221; que a perseguiram. Com a escalada do fato nas mídias diversas, faz inserções dizendo que jamais aceitará esse tipo de comportamente, os dos agressores em potencial, dentro de seus quadros ou instalações. </span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Daria um recado interno aos seus alunos (-Jamais aceitaremos que isso se repita) e um externo, ao mercado: -Somos uma universidade, um local para discussão e tolerância.</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Mas, agora que Inês é morta (felizmente Geyse ainda é vivente), terão que recuperar o prejuízo. Viva o marketing de redes sociais.</span></p>
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		<title>Google amplia a liderança</title>
		<link>http://webcetera.com.br/blog/2009/09/06/google-amplia-a-lideranca/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 19:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está se tornando uma tradição por aqui que eu apresente as estatísticas sobre internet, navegação, sites de busca, etc&#8230; Pois bem, para não fugir à regra, vamos aods dados da pesquisa da comScore sobre os sites de busca mais acessados da internet. O que mais chama a atenção não é a liderança do Google, disso [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Está se tornando uma tradição por aqui que eu apresente as estatísticas sobre internet, navegação, sites de busca, etc&#8230; Pois bem, para não fugir à regra, vamos aods dados da pesquisa da comScore sobre os sites de busca mais acessados da internet.</p>
<p>O que mais chama a atenção não é a liderança do Google, disso todo o mundo já sabe, mas que empresa californiana <strong>ampliou</strong> essa liderança, com um crescimento de 58% na comparação entre julho de 2008 e julho de 2009. Enquanto isso o mercado global de buscas aumentou em 41% e chegou à incrível marca de 113 bilhões de buscas por mês!</p>
<p>Outros sites que se saíram bem no período foram o Bing, a nova ofensiva da Microsoft contra o Google, o Yandex, site líder em buscas na Rússia, e o Ask.com. Entre os grandões, o único negativo continua sendo a AOL, em seu longo e derradeiro percurso rumo ao anonimato. Decepção também para os números do Yahoo!, crescimento de apenas 2% enquanto o mercado aumentou 41% é um resultado pra lá de ruim.</p>
<p>Abaixo, os dados da pesquisa. Ao ler, não se esqueça que as buscas estão em milhões, o que significa que o Google em julho de 2009 realizou 76,6 <strong>B</strong>ilhões de buscas&#8230;</p>
<div id="attachment_446" class="wp-caption aligncenter" style="width: 356px"><img class="size-full wp-image-446" title="search_ranking" src="http://webcetera.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/search_ranking.png" alt="ranking dos sites de busca" width="346" height="320" /><p class="wp-caption-text">ranking dos sites de busca</p></div>
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		<title>Por que é importante blogar sobre algo que você gosta?</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 18:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma vez, conversando com um jornalista especializado no noticiário econômico que havia sido escalado para acompanhar o Oscar e publicar a cobertura no portal online, questionei se ele não ficava irritado de ter que cobrir um assunto tão&#8230; fuinha quanto esse. Sua resposta foi ótima. Claro que se interessava mais por assuntos &#8220;sérios&#8221;, como economia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez, conversando com um jornalista especializado no noticiário econômico que havia sido escalado para acompanhar o Oscar e publicar a cobertura no portal online, questionei se ele não ficava irritado de ter que cobrir um assunto tão&#8230; fuinha quanto esse. Sua resposta foi ótima. Claro que se interessava mais por assuntos &#8220;sérios&#8221;, como economia e política, mas sua verdadeira paixão era o jornalismo, ou seja, informar os outros sobre fatos, eventos, etc&#8230;</p>
<p>No caso desse jornalista, se ele tivesse um blog, qualquer assunto estaria de bom tamanho, desde que fosse sobre &#8220;atualidades&#8221;, sobre o que ocorre no Brasil e no mundo agora. Falar sobre as melhores técnicas de criação de carpas, por mais bonitos e simpáticos que sejam esses peixões, dificilmente seria algo satisfatório.</p>
<p>Pois bem, o mesmo serve pra qualquer blog. Seja sincero consigo mesmo ao responder a questão: <em>-Eu REALMENTE gosto do assunto principal do meu blog?</em> Se a resposta for não, é melhor começar a mudar sua linha editorial. Acredite, ninguém aguenta fazer por muito tempo o que não gosta. Depois da empolgação inicial, ou os posts param ou ficam &#8220;burocráticos&#8221;, sinal de que se escreve apenas por obrigação.</p>
<p>Esse sinal é ainda mais claro quando alguém escreve sobre um determinado assunto simplesmente porque é o &#8220;da moda&#8221; ou porque há mais gente interessada naquele nicho. Chega a ser ridículo ver clichês absolutamente ultrapassados, simplesmente colocados alí para encher linguiça e atrair alguns leitores. Esse tipo de blog NUNCA vai pra frente.</p>
<p>Por outro lado, se o assunto é do seu interesse, sempre haverá um novo anglo a ser explorado, uma nova descoberta que fez e que sentirá enorme prazer em compartilhar com todos. E ssa paixão será refletida no texto, nos comentários, no burburinho que os melhores posts são capazes de causar.</p>
<p>Quando alguém me pergunta sobre como começar um blog, e eu escuto isso um bocado, acreditem, sempre dou a mesma resposta: <em>Do que você gosta? Escreva sobre isso.</em> Eu sigo a minha própria regra, e tem dado certo.</p>
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		<title>A velha mídia e seus velho modelo de negócio</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 18:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O assunto do momento entre os &#8220;mídias&#8221;, nome auto-dado a quem estuda comunicação, publicidade, etc&#8230; é uma pesquisa da Price Waterhouse que constatou que 62% dos internautas estão dispostos a pagar por conteúdo online. Alguns grandes jornais, como o Sunday Times, segundo o próprio dono do jornal, o bilionário australiano Ropert Murdoch, cogita cobrar pela informação em seu novo site. O Washington Post nunca saiu desse modelo, seu site foi, ainda é e deve permanecer cobrando pelo acesso. o The New York Times, já foi pago, virou gratuito e cogita voltar a ser pago.</p>
<p><strong>No Brasil<br />
</strong>Por aqui os três maiores jornais impressos do país seguem o mesmo modelo de negócio.<a href="http://estadao.com.br" target="_blank"><br />
O Estado de São Paulo</a> adota o modelo mesclado, cobra pelo acesso a algumas notícias e editoriais  em seu site (apenas notícias da vesão impressa e ao custo de R$ 29,90/mensais), mas com acesso livre para assinantes da versão impressa.<br />
A <a href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de São Paulo</a> também segue essa linha, os assinantes da versão impressa ou do UOL (o controle acionário do portal é do Grupo Folha) podem ler as notícias da versão impressa, os demais internautas apenas da versão online.<br />
E finalmente <a href="http://www.oglobo.com.br" target="_blank">O Globo</a>, cobra R$ 35,90 pela versão digital. Nos três casos, o assinante também possui acesso ao &#8220;histórico&#8221; do jornal.<br />
Um modelo diferente foi o da Editora Abril para a revista semanal <a href="http://www.veja.com.br" target="_blank">Veja</a>, o acesso online à edição atual é restrito aos assinantes, todo o resto, incluindo o arquivo de edições, está liberado.</p>
<p><strong>Quem vai bem com o modelo pago?<br />
</strong>Até agora, quem vai bem com o modelo pago são os sites que fornecem informações muito valiosas a poucos usuários. Dois dos exemplos mais famosos são a <a href="http://www.bloomberg.com" target="_blank">Bloomberg</a> e o The Wall Street Journal. Mas é interessante notar que boa parte do conteúdo de noticiário está liberado. O que é (bem) pago são entrevistas, análises e, claro, as informações do mercado financeiro, especialidade das duas instituições. Pelas últimas informações liberadas pelos controladores, os dois negócios vão muito bem, obrigado, mesmo nesse período de crise internacional.</p>
<p><strong>Por que insistir no pago?<br />
</strong>Os grandes grupos de informação dizem que não é possível fornecer um material de alta qualidade apenas com a receita publicitária. Segundo eles, o custo de obtenção da informação (jornalistas, viagens, equipamentos, backoffice, etc&#8230;) é muito alto, proibitivo mesmo, tornando a operação inviável.</p>
<p>Sinceramente, isso é muito estranho. Certamente não existe nenhuma operação de internet é mais cara que o Google. Acredita-se que o  líder absoluto das buscas na internet possua centenas de milhares de pequenos servidores e links na casa dos terabits. São milhares de funcionários e boa parte deles dedicados apenas às inovações de amanhã, ou seja, muita gente trabalhando em algo que possivelmente nunca irá pro ar. Então como sobrevive e obtem seus gordos lucros? O Google, e também o Yahoo! foram capazes de montar eficientes sistemas para a venda de anúncios online. Curiosamente os dois sites são especialistas nos opostos do espectro de anúncios: o Google tem a frente no varejão e o Yahoo! nos anúncios Premium.</p>
<p>Além dos dois há muitas outras redes de anúncios surgindo e se estabelecendo, todas apostando em conteúdo gratuito, afinal, é esse tipo que fornece o maior número de visitas, consequentemente o maior número de cliques e renda. Pra quem não sabe, nessa modalidade de negócio (geralmente) a anunciante só paga quando seu anúncio é clicado, e o veículo, que pode ser um blog como esse, só recebe nessa mesma situação, quando o anúncio é clicado.</p>
<p><strong>Conclusão<br />
</strong>A conclusão com maior probabilidade de estar correta é que estamos em um momento de transição do modelo de arrecadação com anúncios, e quem não entender o novo mecanismo ficará pra trás, quem sabe até lidando com o fim do próprio negócio. É muito cômodo aos grandes grupos dizer que não é viável viver apenas de propaganda (quando sabemos que sim, é possível, ou ninguém mais  lembra que a TV aberta SEMPRE viveu apenas disso?) . Mais difícil e provavelmente mais eficiente a longo prazo, seria construir parcerias e equipes de vendas mais agressivas e/ou sintonizadas com os novos tempos.</p>
<p>Apenas como nota final, muito se diz que os blogs não seriam competição para os &#8220;jornaizões&#8221; por não terem equipe ou buscarem a notícia no lugar real. Cada vez menos verdadeira essa visão, há vários blogs com equipes PAGAS e até mesmo enviados. É como disse, apenas são mais enxutos nos custos e eficientes na hora de vender seus espaços  publicitários.</p>
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		<title>as 5 regras básicas para escrever um bom post no seu blog</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 10:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você quer atrair cada vez mais visitas e garantir que elas voltem, só há uma forma: bom conteúdo! Todos visitamos um blog porque tem informação útil, ou inútil a ponto de nos fazer rir. O conceito de utilidade certamente varia de leitor para leitor, mas existe um denominador comum que não é difícil de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se você quer atrair cada vez mais visitas e garantir que elas voltem, só há uma forma: bom conteúdo! Todos visitamos um blog porque tem informação útil, ou inútil a ponto de nos fazer rir. O conceito de utilidade certamente varia de leitor para leitor, mas existe um denominador comum que não é difícil de ser encontrado. Por exemplo, se na sua escola, faculdade, local de trabalho, etc&#8230; todos riem das bobagens que você diz, ótimo, isso pode ser um bom conteúdo, escreva suas <em>gracinhas</em> no seu blog. Mas vamos às regras:</p>
<p><strong>1. Escreva bem<br />
</strong>Escrever bem não significa nunca cometer um erro gramatical ou fazer o Pasquale se sentir no pré-primário. Escrever bem é transmitir uma idéia com clareza, seguir as <a title="12 dicas para escrever bem" href="http://webcetera.com.br/blog/2007/03/12/12-dicas-para-escrever-bem/">regras de um bom texto</a> e ser capaz de prender a atenção do leitor.</p>
<p><strong>2. Promova a discussão<br />
</strong>Um blog começa no post, mas termina nos comentários dos seus leitores. Promova a discussão entre eles incentivando os comentários. Frases como &#8220;<em>E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário</em>&#8221; realmente funcionam. Apenas tome cuidado para não promover uma guerra na área de comentários do blog.</p>
<p><strong>3. Escolha temas relevantes<br />
</strong>Quanto mais importante o tema maior a probabilidade das pessoas se interessarem por ele. Isso independe do nicho do seu blog. Escolha algo que seu público gostaria de saber mais a respeito. Para blogs temáticos, uma boa regra é fazer a pergunta: <em>&#8220;Se eu fosse leitor desse blog, gostaria de saber mais sobre isso?&#8221;</em> Seja sincero consigo mesmo e, convenhamos, se nem você se interessaria pelo tema, por que seus visitantes iriam gostar?</p>
<p><strong>4. Não se prolongue<br />
</strong>Esse item deveria ser apenas: seja tão breve quanto possível. Mas vou quebrar essa regra e me extender <img src='http://webcetera.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Se a sua intenção é escrever a nova versão de &#8220;Os Sertões&#8221; a cada post, seus leitores irão fugir. Há quem goste e quem odeie o fato de os internautas não gostarem de posts <em>bíblias</em> de tão longos, mas é um fato: posts sucintos, que vão direto ao ponto, atraem mais leitores. Se você quiser que seu site seja algo além do &#8220;<em>blog do eu sozinho&#8221;</em>, tem que respeitar esse fato.</p>
<p><strong>5. Escolha temas atuais ou eternos<br />
</strong>Na hora de escolhar o tema do artigo, há três possibilidades: 1. pode ser um assunto extremamente atual, como a grande notícia do dia; 2. uma questão <em>eterna</em>, daquelas que estão sempre nas rodas de discussão; 3. notícia velha.<br />
Qualquer post que se encaixe nos casos 1 e 2 está ótimo, mas não existe nada melhor pra espantar leitores que tratar um assunto que foi mediamente importante há dois ou três meses como se fosse o grande tema do momento.<br />
<em>obs: pra quebrar esse tese, se você conseguir &#8220;requentar&#8221; um assunto, marcará muitos pontos com seus leitores.</em></p>
<p>E pra lembrar do item 2: deixe um comentário sobre o que te faz ler um post até o final.</p>
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		<title>HugeURL, o gigantismo na web</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 14:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[jomp]]></category>
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		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sites de microURL são uma febre na web, eu mesmo estou terminando um que será lançado nos próximos dias . Tudo por conta do Twitter. Como a ferramenta de microblog permite textos com apenas 140 caracteres, uma URL muito longa ocuparia todo o espaço da mensagem. Assim, um endereço como http://www.webcetera.com.br/blog vira http://jomp.me/10 E [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os sites de microURL são uma febre na web, eu mesmo estou terminando um que será lançado nos próximos dias <img src='http://webcetera.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  . Tudo por conta do Twitter. Como a ferramenta de microblog permite textos com apenas 140 caracteres, uma URL muito longa ocuparia todo o espaço da mensagem. Assim, um endereço como <span style="color: #0000ff;">http://www.webcetera.com.br/blog</span> vira h<span style="color: #0000ff;">ttp://jomp.me/10</span> E aí, já descobriu qual será o nome do site?</p>
<p>Claro que toda a boa idéia sempre gera uma boa piada, por isso foi criado o HugeURL. Um site que transforma qualquer endereço cotoco em uma trapizonga sem fim. Só para ter idéia, o endereço aqui do blog vira esse negócio ai embaixo:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="480" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr></tr>
<tr>
<td width="20" valign="top" bgcolor="#ffffff"></td>
<td valign="top" bgcolor="#ffffff"><tt> <a href="http://www.hugeurl.com/?MmNiZGFkNDI5MDc1YWFjODkxZDk5OTFiMjViZmUwY2MmMTQmVm0wd2QyUXlVWGxWV0d4V1YwZDRXRmxVU205V01WbDNXa2M1VjFac2JETlhhMk0xWVd4S2MxZHFRbFZXYkhCUVZqQmFZV015U2tWVWJHaG9UVlZ3VlZadGNFZFpWMDE1VTJ0V1ZXSkhhRzlVVjNOM1pVWmFjVkZ0UmxSTmF6RTFWVEowVjFaWFNraGhSemxWVm0xb1JGWldXbUZrUjFaSFYyMTRVMkpIZHpGV2EyUXdZekpHYzFOdVVtaFNlbXhXVm1wT1QwMHhjRlpYYlVaclVqQTFSMXBGV2xOVWJGcFZWbXR3VjJKVVJYZFpWRVpyVTBaT2NscEhjRlJTVlhCWlZrWldZV1F4VGtkVmJGWlRZbFZhY1ZadGRHRk5SbFowWlVaT1ZXSlZXVEpWYkZKSFZqRmFSbUl6WkZkaGExcG9WakJhVDJOdFNrZFRiV3hUVFcxb1dsWXhaRFJpTWtsM1RVaG9XR0pIVWxsWmJGWmhZMnhXYzFWclpGaGlSM1F6VjJ0U1UxWnJNWEpqUld4aFUwaENTRlpxU2tabFZsWlpXa1p3VjFKV2NIbFdWRUpoVkRKT2MyTkZhR3BTYkVwVVZteG9RMWRzV25KWGJHUm9UVlpXTlZaWE5VOWhiRXAwVld4c1dtSkdXbWhaTVZwelkyeGtkRkp0ZUZkaVZrbzFWbXBKTVdFeFdYZE5WVlpUWVRGd1YxbHJXa3RTUmxweFVWaG9hMVpzV2pGV01uaGhZVWRGZUdOR2JGaGhNVnBvVmtSS1QyUkdUbkphUmxKcFZqTm9XVlpYY0U5aU1XUkhWMjVTVGxOSFVuTlZha0p6VGtaVmVXUkhkR2hXYXpWSFZqSjRVMWR0U2toaFJsSlhUVlp3V0ZreFdrdGpiVkpIVld4a2FWSnRPVE5XTW5oWFlqSkZlRmRZWkU1V1ZscFVXVlJHZDFkR2JISmFSemxxWWtad2VGVXlkR0ZpUmxwelYyeHdXR0V4Y0hKWlZXUkdaVWRPUjJGR2FHbFNia0p2Vm10U1MxUXlVa2RUYmtwb1VqSm9WRmxZY0ZkbGJHUllaVWM1YVUxWFVraFdNalZUVkd4T1NHRkdRbFppVkVVd1ZtcEdVMVp0UmtoUFZtaFRUVWhDU2xac1pEUmpNV1IwVTJ0b2FGSnNTbGhVVlZwM1ZrWmFjVkp0ZEd0U2EzQXdXbFZhYTJGWFJYZGpSV3hYWWxoQ1MxcFZWWGhTTVdSellVWlNhRTFzU25oV1YzUlhXVlpaZUZkdVJsVmlWR3h6V1d0YWQyVkdWWGxrUjNSb1lsVndWMWx1Y0V0V2JGbDZZVVJPV21FeVVrZGFWM2hIWTIxS1IyRkdhRlJTVlhCS1ZtMTBVMU14VlhoWFdHaFlZbXhhVjFsc1pHOVdSbXh5Vm01a1YxWnNjREJhVldNMVZXc3hXRlZzYUZkTlYyaDJWakJrUzFkV1ZuSlBWbHBwVmtWVmQxWnFRbUZaVm1SSVZXdG9hMUp0YUZSVVZWcGFUVlphYzFwRVVtcE5WMUl3VlRKMGIyRkdTbk5UYkdoVlZsWndNMVpyV21GalZrNXlXa1pPYVZKcmNEWldhMk40WXpGVmVWTnVTbFJpVlZwWVdWUkdkMkZHV2xWU2ExcHNVbTFTZWxsVldsTmhSVEZ6VTI1a1YxWXpVbWhWZWtaYVpVWldjMkZGT1ZkbGJYaDZWMWQwWVdReVZrZFdXR3hyVWtWS1dGUldXbmRsVmxsNVpVaGtXR0pHY0ZoWk1HaExWakpHY2xkcmVGZE5WbkJJV1RKemVGWXhjRWRhUlRWT1VsaENTMVp0TVRCVk1VbDVVbGhvWVZKWFVsZFpiWFIzWVVaV2RHVkZkR3BTYkhCNFZrY3dOV0V5U2tkalJXaFhZbFJCTVZaWGMzaFhSbFoxWTBaa1RsWXlhREpXTVZwaFV6RktjMVJ1VWxOaVIxSnZXVlJHZDFOV1draGtSMFpxVFdzMWVsZHJhRk5oTVVsNVlVaENWbUpIYUVSVWJYaHJWbFpHZEZKdGNFNVdNVWwzVmxkNGIyTXlSa2RUYkdSVVlsVmFhRlpxVGxOaFJsbDNWMjVrVTJKSVFraFhhMXBUVlRKRmVsRllaRmhpUmxwb1dWUktSMVl4Y0VaYVJrNW9Za2hDV1ZkWGVGTlNhekZIVjJ4V1UySklRbk5WYlRGVFYyeGtjbFpVUmxkTlZuQjZXVEJhVjFkR1dYcFZia3BYVmtWYWVsWnFSbGRqTVdSellVZHNWMVp1UWpWV01XUXdXVmROZDAxSWFHRlRSWEJZV1ZkMFMxWXhVbFpWYTJSWVZteHdXVmt3Vm10V01ERkZVbXBHV2xaWGFFeFdha3BIWTJ4a2NtVkdaR2hoTTBKUlZsUkNWazVXV1hoalJXUmhVbXMxV0ZZd1ZrdE5iRnAwVFZSQ1ZrMVZNVFJXYkdodlYwWmtTR0ZHYkZwaVdHaG9WbXBHYzJNeVJraFBWbVJUWWxob1lWZFVRbUZoTVdSSVUydGthbEp0ZUdGVVZWcGFaREZzVjFaWWFGaFNiRm94V1RCYWExUnNXWGxoUkVwWFlXdEtjbFY2Umt0amF6VlhXa1phYVZKc2NGbFhWM2hoVW0xUmVGZHVVbXBTVjFKWFZGWmFkMDFHVm5Sa1J6bFdVbXh3TUZaWGN6VldNa1p5VjJ0NFZrMXVhR2haZWtaM1VsWldkR05GTlZkTlZXd3pWbXhTUzAxSFNYbFNhMlJVWW1zMVZWbHJaRzlXYkZwMFpVaGtUazFXYkROV01qVlBWREpLUm1OSWNGaGhNbEl6V1ZaYVQxSnNUbkppUm1ST1lteEtlVmRZY0VkV2JWWlhWRzVXVkdKR1NuQldiRnAzVjFaa1YxVnJaR3ROYTFwSVZqSjRWMVV5UlhoalNFNVhZbGhTTTFwV1dtdGpiR1IwVDFkb1YwMUdXVEpXVm1RMFVqRlplVk5zYkdoVFJYQllWbXRXWVZsV2NGWmFSWFJVVm14S01GbFZXazlXTVZwSFYycEtWMkpIVGpSVWEyUlNaVlphY2xwR1pHbGlSWEJRVm0xNGExVXhaRWRWYkZwV1lUSlNjMVp0ZUV0bGJGcDBUVVJXVjAxRVJsZFpibkJMVm0xS1dWVnVXbGRoYTFwb1ZXMTRhMk50VmtkYVIyaG9UVEJLVWxac1kzaE9SbXhZVkZob2FsSlhhSEJWYlhNeFZERmFjMWRzY0d4aVJuQXdXbFZrUjFack1WWmlSRkphWVRGd2NsWXdaRXRqYlU1R1QxWmthVmRIWjNwV2FrSmhZekZrV0ZSclpHRlNiVkpVV1d0YWQwNVdXblJOVkVKYVZteEdORlp0ZUZkVWJFcElZM3ByUFE9PQ=="> http://www.hugeurl.com/?MmNiZGFkNDI5MDc1YWFjODkxZDk5OTFiMjVi<br />
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<p>É ou não uma daquelas sensacionais perdas de tempo que todo mundo adora?! Eu achei que o mundo já havia ouvido falar do hugeurl, mas como conversando com um pessoal no trabalho, NINGUÉM conhecia, resolvi postar por aqui.</p>
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