Esse post é uma continuação daquele sobre judô.
Ontem milha filhinha, 2 anos, fez sua primeira aula de ballet. Com sainha e lencinho nos cabelos. Isso sem mencionar que a sapatilha dela é menor que a palma da minha mão.
Só 1 instante que eu vou enxugar a baba.
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enviado por Marcos V.
Meu filho de 3 anos fez hoje sua primeira aula de judô. Todo empolgado me “aplicou” um De Ashi Harai, esse golpe ai ao lado, ou algo que lembra um. Ai, ai… ainda vou precisar de um galho pra repousar toda essa corujice.
Nem eu me agüento…
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enviado por Marcos V.
Permita-me começar o texto dizendo que aqui não lerá jóias da coroa como “a vida começa com as mulheres, eu vim de uma” ou oferecendo flores pra lá de desbotadas às minhas leitoras. Não, eu prefiro falar sobre as diferenças entre mim e elas.
Tenho essa teoria chauvinista sobre a emancipação feminina, mas antes um esclarecimento: é uma teoria ficcional baseada em dados empíricos. Entendeu? Não?! Faz sentido não compreender, é sempre assim quando XYs escrevem sobre XXs. E olhe que eu vim de uma (ihh, escorreguei).
Pois bem, a teoria baseia-se no fato de que não sou grego. Não me refiro a ter nascido na Grécia, mas à herança cultural helênica. Só pra lembrar, a mulher na Grécia clássica servia para parir e criar os filhos. Não se confiava a elas nada que fosse importante para o estado, simplesmente não eram capazes. Exerciam seu poder na alcova, oferecendo ou negando o amor. Recomendo a todos os homens que leiam Lisístrata; nessa peça de Aristófanes as mulheres negam-se a deitar com seus homens [esposos, amantes, etc...] até que cessem todas as guerras. ATENÇÃO: mulheres, não leiam, é péssima influência.
Continuo, eu não quero uma mulher submissa, quero uma igual. Ok, talvez exista uma situação onde prefiro um papel dominante, mas isso é bem aceitável, não é? É deve ter sido dessa forma que evoluiu o gênero masculino. Eu não engulo essa história de que a segunda guerra colocou as mulheres para trabalhar nas fábricas e que depois elas não quiseram voltar para o “lar”. Balela, e na guerra dos cem anos - não cinco, mas cem anos!- será que as mulheres não foram para a roça e os cortumes? Claro que sim, mas depois voltaram a exercer suas tarefas femininas.
A forma como as mulheres conquistaram - e conquistam - diariamente sua igualdade foi muito mais sútil e maquiavélica. Vez por outra, em cada pequena abertura - talvez até de forma inconsciente - apresentavam aos homens a vantagem de uma amiga, de alguém à mesma altura, de uma igual. E nós homens fomos gostando dessa abertura na penumbra, de expor fraquezas de forma íntima, sem comprometer o “macho público”.
Depois de algumas gerações expostas a esse tratamento, estávamos prontos para liberar as mulheres e seu mundo. É isso, cara leitora, estou atribuindo aos homens o mérito da emancipação feminina. É ou não é uma teoria canalha? Eu já havia alertado lá no começo, lembra-se?
Mas diga lá, somos poderosos ou o quê? Primeiro escravizamos as mulheres e depois, em nossa magnitude, as liberamos. Sim, porque o macho público ainda vive e bate nessa mente recheada de testosterona. Ao conceder a “liberdade” mostramos quem detem as rédeas do poder (ai, essse chavão é péssimo).
Agora, se me dão licensa, eu tenho que ir lavar a louça antes que minha mulher fique brava.
enviado por Marcos V.
Pesquisando tipos de blogs pra coplementar o artigo “6 tipos de blogs“, encontrei um post muito interessante no evilgeninusmarketing. Aqui os blogs são classificados em três. Fiz a minha classificação baseada na comportamento do blogueiro, lá é sobre a origem do conteúdo, uma opção também muito interessante, eis o que escreve EGM:
Produtores: são blogs que criam conteúdo origina (a maior parte). A maioria dos posts tendem a ser um pouco longos, apesar de isso não ser necessariamente correto. Eu colocaria meu próprio blog (o blog dele, apesar que eu também classifico o webcétera aqui) como pertencente a essa categoria. Produtoes são a fonte de muito do material original [que se lê por aí].
Revisores: São blogs que pegam material originado em outro lugar adicionam seu próprio “tempero” a ele. Freqüentemente irão expandir o assunto ou levá-lo a uma direção diferente.
Apontadores: São blogs que conectam seus leitores a conteúdos econtrados em algum outro lugar. Às vezes esses são agregadores em alguma área bem específica, às vezes em um espectro mais amplo de interesses. Não é incomum haver pouco ou nenhum comentário [por parte do autor do blog] sobre os links indicados.
Assim como na minha classificação, a maioria dos blogs poderia ir em pelo menos duas. Quando classifico um blog não levo em consideração todos os posts existentes, mas a maioria deles. Se 90% dos posts são com conteúdo original, considero o blog original, se 80% são posts “apontadores”, considero apontador, e assim vai.
Continuo procurando formas de classificar, agradeço a quem tiver sugestões.
enviado por Marcos V.
Parte 1 da série sobre segurança em unix.
ATENÇÃO: antes de executar os comandos leia o item 7 das explicações.
Todo o sistema operacional Linux possui um ou mais diretórios para aquivos temporários, que os programas utilizam para escrever algo que depois será descartado. No unix, tradicionalmente, este diretório é o /tmp. Dependendo da sua distribuição pode haver outros, com /var/tmp, etc…
Um usuário malicioso poderia através de um simples formulário mal escrito enviar um script para executar comandos no seu servidor e torna-lo um zumbi para spammers, entre centenas de outras desgraças que podem acontecer. Por isso é MUITO importante impedir que arquivos colocados no diretório /tmp possam ser executados. Os programas que fazem uso dele precisam apenas de permissão de leitura e escrita, não de execução. Pois bem, vamos à receita de bolo. Claro que vale o tradicional aviso: não me responsabilizo por eventuais danos ou perdas que ocorram pela utilização do roteiro abaixo.
Conecte-se ao seu servidor através de um cliente, provavelmente uma conexão SSH2. Se estiver utilizando o windows faça o download do putty, um cliente SSH simples e prático.
Após conectar-se, digite o comando para se tornar super-usuário, geralmente um dos dois abaixos:
su
ou
sudo su
Muito bem, agora digite a seguinte cadeia de comandos, um por linha, para criar um diretório /tmp virtual, com 1GB de espaço, sem permissão de execução e que será montado sempre que o servidor for inicializado.
cd /
dd if=/dev/zero of=/tmpdir bs=1024 count=1000000
mkfs.ext3 -F /tmpdir
mv /tmp /tmp.backup
mkdir /tmp
mount -o loop,noexec,nosuid,rw /tmpdir /tmp
chmod 0777 /tmp
if ! grep -qai tmpdir /etc/fstab; then
echo “/tmpdir /tmp ext3 loop,noexec,nosuid,rw 0 0″ >> /etc/fstab
fi
cat /etc/fstab
mount -a
### Explicações
pronto, você acabou de criar um diretório /tmp virtual. Vamos às explicações.
1. a linha dd if=/dev/zero… cria um drive lógico com 1 milhão de blocos de 1024 bytes. Se desejar um /tmp menor ou maior basta alterar o parâmetro count.
2. em seguida “formatamos” a nova unidade com sistema de arquivos ext3
3. por segurança movemos dados que estão em /tmp para /tmp.backup
4. cria-se o novo diretório /tmp, que sera o ponto de montagem de /tmpdir
5. montamos a unidade /tmpdir em /tmp, proibindo que sejam executados arquivos (noexec) e que o super-usuário faça qualquer coisa (nosuid).
6. o diretório recebe as permissões corretas (0777)
7. IMPORTANTÍSSIMO! Preste atenção para digitar dois sinais de maior (>>) e não apenas um. Agora é necessário adicionar isso ao arquivo fstab.
8. Vamos ver o arquivo fstab e ver se a montagem de tmpdir foi incluida com sucesso. Você deverá ver a linha /tmpdir /tmp ext3…, junto com várias outras, após o comando cat.
9. Tudo certo? Então vamos montar todos os volumes e ver se foi tudo bem.
É isso, tentei ser o mais “leigo” possível. Espero que ajude.
enviado por Marcos V.
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