Três comentários:
- Qualquer livreiro sabe a importância da capa e do título do livro. Na estante da livraria, ou na loja virtual, estão entre os principais fatores de decisão de compra de um livro;
- A sua vó sempre te disse que “a primeira impressão é a que fica”;
- E só pra reforçar a idéia que frequentemente as pessoas não passam da superfície, tem outro ditado nessa linha: “quem vê cara não vê coração”;
Seu site (ou blog) é um artigo de mídia, TEM que chamar a atenção das pessoas, ou estará destinado ao ilustre anonimato, junto com a imensa maioria do bilhão de blogs que há net afora.
sites de busca – expressão em destaque
Quando uma busca é feita no Google, são poucas as informações que definirão ou não um clique, mas certamente a mais destacada é o título. Veja o exemplo abaixo, de um link que dá bons resultados aqui para o blog:

Quem fizer uma busca sobre “gênero, número e grau”, provavelmente, deseja receber informações sobre a famosa expressão. Portanto, se o título trouxer destaque para o objeto central do texto, foto, etc… aumenta a probabilidade que seja clicado. Sejamos realistas, se a listagem do Google trouxesse o título “o que chuchú tem a ver com tomate”, dificilmente seria clicada.
sites de busca 2 – melhorando sua posição
Ao contrário do que pregam alguns magos (picaretas) de SEO por aí, não é fácil colocar um site no topo da lista, principalmente se o termo de busca for popular. Mas dá pra seguir o seguinte raciocínio: o que os sites de busca querem é que os usuários fiquem satisfeitos, ou seja, cliquem nos links do resultado da busca e considerem o resultado relevante. Se for assim, voltarão para fazer novas buscas e aumenta a probabilidade de clicarem em um anúncio pago ($$$).
Lembra do item anterior? O título é MUITO importante para o usuário decidir o clique no resultado da busca, portanto, é também MUITO importante para a classificação do seu site (mas lembre-se, uma infinidade de fatores). Um bom título resulta em melhor classificação.
RSS
aproximadamente 10% dos leitores do Webcétera utilizam algum agregador de notícias (eu mesmo, utilizo o Feedly, agora que o Google Reader morreu). Assim como na busca, o título é importante para definir se o seu artigo será lido ou não, como mostra o exemplo abaixo:

No próximo post, um checklist para um bom título.
enviado por Marcos V.
Está se tornando uma tradição por aqui que eu apresente as estatísticas sobre internet, navegação, sites de busca, etc… Pois bem, para não fugir à regra, vamos aods dados da pesquisa da comScore sobre os sites de busca mais acessados da internet.
O que mais chama a atenção não é a liderança do Google, disso todo o mundo já sabe, mas que empresa californiana ampliou essa liderança, com um crescimento de 58% na comparação entre julho de 2008 e julho de 2009. Enquanto isso o mercado global de buscas aumentou em 41% e chegou à incrível marca de 113 bilhões de buscas por mês!
Outros sites que se saíram bem no período foram o Bing, a nova ofensiva da Microsoft contra o Google, o Yandex, site líder em buscas na Rússia, e o Ask.com. Entre os grandões, o único negativo continua sendo a AOL, em seu longo e derradeiro percurso rumo ao anonimato. Decepção também para os números do Yahoo!, crescimento de apenas 2% enquanto o mercado aumentou 41% é um resultado pra lá de ruim.
Abaixo, os dados da pesquisa. Ao ler, não se esqueça que as buscas estão em milhões, o que significa que o Google em julho de 2009 realizou 76,6 Bilhões de buscas…

ranking dos sites de busca
enviado por Marcos V.
O assunto do momento entre os “mídias”, nome auto-dado a quem estuda comunicação, publicidade, etc… é uma pesquisa da Price Waterhouse que constatou que 62% dos internautas estão dispostos a pagar por conteúdo online. Alguns grandes jornais, como o Sunday Times, segundo o próprio dono do jornal, o bilionário australiano Ropert Murdoch, cogita cobrar pela informação em seu novo site. O Washington Post nunca saiu desse modelo, seu site foi, ainda é e deve permanecer cobrando pelo acesso. o The New York Times, já foi pago, virou gratuito e cogita voltar a ser pago.
No Brasil
Por aqui os três maiores jornais impressos do país seguem o mesmo modelo de negócio.
O Estado de São Paulo adota o modelo mesclado, cobra pelo acesso a algumas notícias e editoriais em seu site (apenas notícias da vesão impressa e ao custo de R$ 29,90/mensais), mas com acesso livre para assinantes da versão impressa.
A Folha de São Paulo também segue essa linha, os assinantes da versão impressa ou do UOL (o controle acionário do portal é do Grupo Folha) podem ler as notícias da versão impressa, os demais internautas apenas da versão online.
E finalmente O Globo, cobra R$ 35,90 pela versão digital. Nos três casos, o assinante também possui acesso ao “histórico” do jornal.
Um modelo diferente foi o da Editora Abril para a revista semanal Veja, o acesso online à edição atual é restrito aos assinantes, todo o resto, incluindo o arquivo de edições, está liberado.
Quem vai bem com o modelo pago?
Até agora, quem vai bem com o modelo pago são os sites que fornecem informações muito valiosas a poucos usuários. Dois dos exemplos mais famosos são a Bloomberg e o The Wall Street Journal. Mas é interessante notar que boa parte do conteúdo de noticiário está liberado. O que é (bem) pago são entrevistas, análises e, claro, as informações do mercado financeiro, especialidade das duas instituições. Pelas últimas informações liberadas pelos controladores, os dois negócios vão muito bem, obrigado, mesmo nesse período de crise internacional.
Por que insistir no pago?
Os grandes grupos de informação dizem que não é possível fornecer um material de alta qualidade apenas com a receita publicitária. Segundo eles, o custo de obtenção da informação (jornalistas, viagens, equipamentos, backoffice, etc…) é muito alto, proibitivo mesmo, tornando a operação inviável.
Sinceramente, isso é muito estranho. Certamente não existe nenhuma operação de internet é mais cara que o Google. Acredita-se que o líder absoluto das buscas na internet possua centenas de milhares de pequenos servidores e links na casa dos terabits. São milhares de funcionários e boa parte deles dedicados apenas às inovações de amanhã, ou seja, muita gente trabalhando em algo que possivelmente nunca irá pro ar. Então como sobrevive e obtem seus gordos lucros? O Google, e também o Yahoo! foram capazes de montar eficientes sistemas para a venda de anúncios online. Curiosamente os dois sites são especialistas nos opostos do espectro de anúncios: o Google tem a frente no varejão e o Yahoo! nos anúncios Premium.
Além dos dois há muitas outras redes de anúncios surgindo e se estabelecendo, todas apostando em conteúdo gratuito, afinal, é esse tipo que fornece o maior número de visitas, consequentemente o maior número de cliques e renda. Pra quem não sabe, nessa modalidade de negócio (geralmente) a anunciante só paga quando seu anúncio é clicado, e o veículo, que pode ser um blog como esse, só recebe nessa mesma situação, quando o anúncio é clicado.
Conclusão
A conclusão com maior probabilidade de estar correta é que estamos em um momento de transição do modelo de arrecadação com anúncios, e quem não entender o novo mecanismo ficará pra trás, quem sabe até lidando com o fim do próprio negócio. É muito cômodo aos grandes grupos dizer que não é viável viver apenas de propaganda (quando sabemos que sim, é possível, ou ninguém mais lembra que a TV aberta SEMPRE viveu apenas disso?) . Mais difícil e provavelmente mais eficiente a longo prazo, seria construir parcerias e equipes de vendas mais agressivas e/ou sintonizadas com os novos tempos.
Apenas como nota final, muito se diz que os blogs não seriam competição para os “jornaizões” por não terem equipe ou buscarem a notícia no lugar real. Cada vez menos verdadeira essa visão, há vários blogs com equipes PAGAS e até mesmo enviados. É como disse, apenas são mais enxutos nos custos e eficientes na hora de vender seus espaços publicitários.
enviado por Marcos V.
Na matemática, diz-se que uma equação é canônica se está na sua forma mais simples, por exemplo: (x^2 -1)/(x+1) não está na forma canônica, mas (x-1), que é o resultado da divisão, está.

Conteúdo duplicado é um dos assuntos que mais gera controvérsia entre webdevigners (developer+designer) e SEOs em geral. Não se chega a um consenso, apesar de os sites de busca fornecerem bastante informação sobre o que é conteúdo duplicado ou não. Uma das principais preocupações de um blogueiro ou administrador de site antenado é evitar repetições dentro do próprio site. Um exemplo clássico que costumo dar é se há uma categoria com o mesmo nome de uma tag (internet, por exempl0) e TODOS os posts daquela categoria receberam também a mesma tag (leia aqui sobre a diferença entre categorias e tags). O resultado disso são duas páginas iguais, mas uma delas está em http://siteexemplo.com.br/categorias/internet e a outra em http://siteexemplo.com.br/tags/internet. Isso acontece e muito. Nunca vi um site ser punido por esse tipo de ocorrência, mas tem muita gente preocupada. Para evitar punição nos casos em que duas URLs diferentes levam ao mesmo conteúdo, o Google criou uma nova tag a ser inserida no html, trata-se do “canonical”.
Se no seu site há duas páginas com urls diferentes e mesmo conteúdo, agora é possível informar ao Google qual URL deve ser indexada. Para fazer isso basta adicionar um <link> no cabeçalho da página e passar e especificar o relacionamento (“rel”) “canonical”. No exemplo acima, eu poderia adicionar a seguinte linha na página de categorias:
<link rel=”canonical” href=”http://siteexemplo.com.br/tags/internet” />
Quando o Google encontrar esse comando no cabeçalho (<header>) da página de categorias, entenderá que a página que dever ser indexada é a de tags. O melhor de tudo isso é que as características como o pagerank também são transferidas.
O Google também preparou um faq sobre canonical que reproduzo abaixo (a partir desse momento, “Nós” é o Google falando, não o Webcétera).
[Google]
rel=”canonical” é uma indicação (hint) ou diretiva?
É uma indicação que recomendamos fortemente. Levaremos em conta sua preferência, em conjunto com outros fatores, quando calcularmos a página mais relevante para exibir nos resultados da busca.
Posso utilizar um caminho relativo para especificar o canonical, como <link rel=”canonical” href=”tags/internet” />?
Sim, caminhos relativos são reconhecidos da forma esperada quando se utiliza a tag <link>. Se você incluir a tag <base> na sua página, caminhos relativos serão resolvidos de acordo com essa URL base.
Há alguma problema se a canônica não é uma cópia exata do documento?
Nós permitimos pequenas diferenças, por exemplo, na ordenação de uma tabela de produtos. Também poderemos varrer a página canônica e a duplicada em momentos distintos, então poderemos “ver” versões diferentes do seu conteúdo. Para nós tudo isso está correto.
E se o link em rel=”canonical” retornar um 404 (página não econtrada)?
Nós continuaremos a indexar seu conteúdo e utilizar um algorítimo heurístico para encontrar a canônica, mas recomendamos que você específica uma URL válida como canônica.
E se a URL em rel=”canonical” ainda não tiver sido indexada?
Como todos os documentos públicos na web, nós nos esforçamos para varrer rapidamente a URL designada como canônica. Assim que a indexarmos, nós imediatamente levaremos em consideração a indicação rel=”canonical”
rel=”canonical” pode ser um redirecionamento?
Sim, você pode especificar uma URL que redireciona como sua URL canônica. O Google então irá processar o redirecionamento da forma comum e tentará indexar o resultado.
E seu eu tiver rel=”canonical” contraditórios?
Nosso algorítimo tenta “suavizar”: nós podemos seguir cadeias canônicas, mas recomendamos fortemente que você atualize os seus links para apontar para uma única página canônica como forma de garantir resultados canônicos ótimos.
Posso indicar um canônico em um domínio diferente?
Não. Para migrar para um domínio diferente, um redirecionamento permanente (301) é mais apropriado. O Google aceitará sugestões canônicas entre contas em subdomínios, mas não entre domínios. Por exemplo, www.exemplo.com vs. exemplo.com vs ajuda.exemplo.com são aceitas, mas exemplo.com vs. outro-domínio.com não é aceito.
[/Google]
enviado por Marcos V.
Eu sempre gero sitemaps nos meus sites e nos blogs movidos a WordPress utilizo o ótimo plugin Google XML Sitemap Generator. Faço isso por ser uma das recomendações oficiais do Google.
Pois bem, estava colocando a leitura dos feeds em dia e me deparo com um artigo no SEOmoz.org sobre Como Sitemaps afetam os robôs dos sites de busca. Segundo o autor do post, a submissão automática de um sitemap sempre que o blog for atualizado provoca um substancial aumento na velocidade com que a página é indexada. No caso relatado o tempo caiu para 1% no google, de 1300 minutos para apenas 14 minutos!, e menos de 20% no Yahoo, de 1700 para 250 minutos. É um ganho impressionante na velocidade de indexação de uma página. Note que isso não garante melhoria no pagerank, apenas faz com que a página seja indexada mais rapidamente.
Eu já notei isso com alguns comentário sobre economia e política que faço no Mavit. Muitas vezes o meu artigo ficava por horas nas primeiras posições e caia conforme os portais (melhor ranqueados) publicavam textos sobre os mesmos temas. Ou seja, ganho algumas visitas simplesmente porque instalei um plugin que faz tudo automaticamente pra mim.
Resolvi então repetir o teste aqui no Brasil, não fiz tantos casos como os relatados nos artigos, mas deu pra ter uma idéia. Um artigo publicado aqui no Webcétera sem ter o sitemap submetido levou 1087 minutos para ser lido pelo robô do Google. O artigo seguinte, já com o plugin novamente ativo, foi lido em 23 minutos!
Pra mim é razão mais que suficiente para manter o sitemap sempre atualizado e submetido aos principais sites de busca.
enviado por Marcos V.
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