O site seomoz.org lançou a segunda versão do seu search egine ranking factors, ou os pontos mais importantes a serem considerados para otimizar a posição de um site nas buscas. O documento reflete as opiniões de 37 SEOs profissionais sobre o funcionamento do sistema de ranqueamento do Google. Vou apresentar os cinco itens que alavancam os sites e os cinco que derrubam. Nos próximos dias vou comentar e analizar cada um deles, sempre sob a ótica de quem constroi um site de buscas. Vamos lá.
Os cinco pontos mais importantes para estar bem ranqueado
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utilização das palavras-chave no tÃtulo.
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utilização das plavras-chave no corpo (texto) da página.
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relação do texto com as palavras chave.
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utilização das palavras chave dentro de elementos <h1>
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palavras-chave presentes no domÃnio.
e os cinco a serem evitados a qualquer custo:
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o servidor está constantemente inacessÃvel para os robôs.
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conteúdo muito similar ou duplicado em relação ao da home page
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links que apontam para sites de baixa qualidade ou de spam.
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tÃtulo ou metatags duplicados nas páginas.
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participação em esquemas de links.
como disse, volto a comentar nos próximos dias.
Eu achava que entendia de SEO (veja a definição a seguir), mas depois que comecei a trabalhar mais seriamente no projeto da Vecom descobri que sabia muito pouco. Já temos mais de 100 critérios para definição de ranking de sites e, apesar dos pesos deles serem diferentes, cada um tem uma importância capital na hora de colocar suas páginas em destaque. Como não é possÃvel descobrir o fogo todo dia, alguém já fez isso por nós há uns 40.000 anos, os sistemas de busca trabalham com critérios muito parecidos, tanto que aproximadamente 70% dos primeiros 100 resultados coincidem para as principais buscas. Mas vamos à definição.
O que é?
SEO - Search Engine Optimization, Otimização para sites de busca. É a tentativa de transformar em método os caminhos utilizados para um site obter destaques nas buscas feitas no google, yahoo, vecom, etc…
Hoje a maioria dos sites de busca envolvem robôs, programas que varrem a internet indexando tudo o que encontra pela frente, depois computa as relações entre elas e, a partir de critérios (muito bem) estabelecidos, define um ranking para cada página/site.
Por que me preocupar com isso?
Um site nas primeiras posições recebe mais visitas e, consequentemente, ganha mais dinheiro, seja efetuando vendas ou esperando cliques em anúncios.
É ciência ou chute?
SEO é marketing (e não chute) porque envolve saber (descobrir?) como funciona um site de busca. Consiste na combinação de uma série de técnicas e na aplicação delas em diversas partes do site: código, design, estrutura, etc… sem que isso produza uma alteração perceptÃvel ao usuário, apenas aos sites de busca. Em outras palavras, o design do seu site deve se preocupar com os humanos que irão visita-lo, depois de definida essa parte, começam as alterações que se preocupam em facilitar a vida dos sistemas de busca.
A qualidade do tráfego
Não adianta nada ter visitantes no seu site se o tráfego é de má qualidade. Um visitante de boa qualidade é aquele que chega ao seu site buscando o que ele tem de melhor. Por exemplo, se alguém está procurando por pescaria e chega até seu blog que fala de natação (note que há uma relação, os dois envolvem água) a probabilidade do usuário consumir algo (comprar, clicar em um link patrocinado, etc…) é muito pequena. Todo usuário que não consome representa um custo. Afinal, hospedagem, criação, manutenção, alimentação do conteúdo, etc… têm um custo, seja pagando a terceiros ou em horas do seu trabalho. SEO deve melhorar o desempenho do seu site para as buscas nas quais seu conteúdo é mais forte. Ainda no nosso exemplo, irÃamos querer melhor em busca como natação, aprenda a nadar, michael phelps, etc…
Resumo da ópera
Crie um bom site com bom conteúdo e, uma vez definido seu projeto, comece com as alterações, a maior parte delas imperceptÃveis para os usuários, que irão melhorar o desempenho das suas páginas nos sites de busca.
Essa post é a abertura de uma nova seção do blog (SEO). É um assunto que me interessa muito (não estou montando um site de busca com bilhoes de páginas indexadas porque acho isso chato) e com uma frequência alta vou comentar aqui sobre as técnicas de otimização.
Pra mim, um dos piores vÃcios dos blogueiros (e tenho que admitir que eu também faço isso às vezes) são os links que não dizem nada. Você está lendo um artigo e lá pelas tantas tem algo como …estava lendo esse post e esse outro blog… Se não estiverem muito claro no contexto tornam a experiência de ler o blog um navegar no nevoeiro. Se a mesma frase fosse escrita como …esta lendo esse artigo sobre links no Webcétera… o internauta já tem uma boa indicação se vale a pena ou não seguir o link.
Um outro ponto importante é lembrar que o mundo não está centrado no umbigo de cada um de nós. As pessoas não conhecem todos os seus amigos/conhecidos, é melhor ser explÃcito sobre um link para alguém. Ao invés de colocar -o Fulano me disse…- ficaria melhor dizer -… o Fulano da Silva me disse…- ou ainda -… o Fulano do blog tal me disse…- Como li em algum lugar outro dia (infelizmente não me recordo em qual site): a web não é sua roda de bar.
Track o quê?
-Humm, ok, eu usaria se soubesse o que é isso. É o que escuto da maioria dos blogueiros quando sugiro o uso dos trackbacks. Então está na hora de pelo menos entender o que é uma das mais poderosas ferramentas da blogosfera.
Um exemplo
-Digamos que você esteja lendo esse artigo no Webcétera e achou muito interessante ou uma droga total, enfim, qualquer coisa que te inspire a escrever em seu blog uma entrada a respeito. Lá pelas tantas seu texto cita a origem e coloca um link pra cá. Legal, você é um sujeito ético.
O único senão é que seus leitores sabem a respeito do artigo que te inspirou, mas os daqui não sabem do seu. Pra resolver isso você poderia deixar um comentário (aqui no webcétera) com um link para o seu artigo. Infelizmente isso não é muito bem visto por conta dos splogs.
A solução é o trackback. Esse caminho da volta deixa um pedaço do seu artigo no blog do seu inspirador, nesse exemplo seria aqui no Webcétera. Assim os leitores daqui saberiam da existência do seu artigo. Claro que o blogueiro (no caso, eu) aprova ou não o trackback, se ele fará isso 10 segundos depois, no ano seguinte ou nunca (tem muito blog abandonado por aÃ) é outra história. De qualquer forma o trackback dá ao leitor a oportunidade de seguir a repercurssão de um artigo. É simples e funciona bem. Além de ser uma ferramenta legÃtima para informar ao resto de uma comunidade o seu interesse por um tema. E consequentemente do seu blog.
Todo mundo tem?
-Wordpress, Typepad e alguns outros possuem. Da última vez que olhei, o Blogger não oferecia. Havia uma ferramenta parecida, mas não o padrão trackback. Deve ser o Google mostrando seu jeito Microsoft de ser. O melhor modo de descobrir é verificando a documentação do software que usa para blogar e/ou consultar o seu suporte.
Mão dupla
Trackbacks foi o jeito encontrado pra transformar a blogosfera em uma via de mão dupla. Mas tem gente que ainda prefere ir de carro de boi pela estradinha de terra…
Claro que o tÃtulo do artigo não é tudo, é fundamental que um bom conteúdo venha em seguida, mas se o tÃtulo for ruim o mais provável é que ninguém leia o grande texto da sua vida.
Mas vale a pergunta, antes de publicar o artigo você verifica se o tÃtulo informa sobre o que se trata o artigo? Um tÃtulo pouco informativo em geral implica em um post ignorado pelos seus internautas. Resumindo, tÃtulos podem ser a diferença entre ter um artigo lido ou não.
Eis os pontos que considero fundamentais para um tÃtulo: leia mais…