SEO: vale a pena gerar o sitemap do site ou blog?

09 / 01 / 2009   Dicas, google, seo, yahoo* 2 comentários

hammacher-lost-in-space-b9-robotEu sempre gero sitemaps nos meus sites e nos blogs movidos a WordPress utilizo o ótimo plugin Google XML Sitemap Generator. Faço isso por ser uma das recomendações oficiais do Google.

Pois bem, estava colocando a leitura dos feeds em dia e me deparo com um artigo no SEOmoz.org sobre Como Sitemaps afetam os robôs dos sites de busca. Segundo o autor do post, a submissão automática de um sitemap sempre que o blog for atualizado provoca um substancial aumento na velocidade com que a página é indexada. No caso relatado o tempo caiu para 1% no google,  de 1300 minutos para apenas 14 minutos!, e menos de 20% no Yahoo, de 1700 para 250 minutos. É um ganho impressionante na velocidade de indexação de uma página. Note que isso não garante melhoria no pagerank, apenas faz com que a página seja indexada mais rapidamente.

Eu já notei isso com alguns comentário sobre economia e política que faço no Mavit. Muitas vezes o meu artigo ficava por horas nas primeiras posições e caia conforme os portais (melhor ranqueados) publicavam textos sobre os mesmos temas. Ou seja, ganho algumas visitas simplesmente porque instalei um plugin que faz tudo automaticamente pra mim.

Resolvi então repetir o teste aqui no Brasil, não fiz tantos casos como os relatados nos artigos, mas deu pra ter uma idéia. Um artigo publicado aqui no Webcétera sem ter o sitemap submetido levou 1087 minutos para ser lido pelo robô do Google. O artigo seguinte, já com o plugin novamente ativo, foi lido em 23 minutos!

Pra mim é razão mais que suficiente para manter o sitemap sempre atualizado e submetido aos principais sites de busca.

enviado por Marcos V.

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Sites de busca: os cinco pontos mais importantes

04 / 04 / 2007   Dicas, seo* comente esse artigo

O site seomoz.org lançou a segunda versão do seu search egine ranking factors, ou os pontos mais importantes a serem considerados para otimizar a posição de um site nas buscas. O documento reflete as opiniões de 37 SEOs profissionais sobre o funcionamento do sistema de ranqueamento do Google. Vou apresentar os cinco itens que alavancam os sites e os cinco que derrubam. Nos próximos dias vou comentar e analizar cada um deles, sempre sob a ótica de quem constroi um site de buscas. Vamos lá.

Os cinco pontos mais importantes para estar bem ranqueado

  1. utilização das palavras-chave no título.
  2. utilização das plavras-chave no corpo (texto) da página.
  3. relação do texto com as palavras chave.
  4. utilização das palavras chave dentro de elementos <h1>
  5. palavras-chave presentes no domínio.

 

e os cinco a serem evitados a qualquer custo:

  1. o servidor está constantemente inacessível para os robôs.
  2. conteúdo muito similar ou duplicado em relação ao da home page
  3. links que apontam para sites de baixa qualidade ou de spam.
  4. título ou metatags duplicados nas páginas.
  5. participação em esquemas de links.

como disse, volto a comentar nos próximos dias.

enviado por Marcos V.

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SEO: como colocar seu site nas primeiras posições

28 / 03 / 2007   Dicas, marketing, seo* 3 comentários

Eu achava que entendia de SEO (veja a definição a seguir), mas depois que comecei a trabalhar mais seriamente no projeto da Vecom descobri que sabia muito pouco. Já temos mais de 100 critérios para definição de ranking de sites e, apesar dos pesos deles serem diferentes, cada um tem uma importância capital na hora de colocar suas páginas em destaque. Como não é possível descobrir o fogo todo dia, alguém já fez isso por nós há uns 40.000 anos, os sistemas de busca trabalham com critérios muito parecidos, tanto que aproximadamente 70% dos primeiros 100 resultados coincidem para as principais buscas. Mas vamos à definição.

O que é?
SEO – Search Engine Optimization, Otimização para sites de busca. É a tentativa de transformar em método os caminhos utilizados para um site obter destaques nas buscas feitas no google, yahoo, vecom, etc…

Hoje a maioria dos sites de busca envolvem robôs, programas que varrem a internet indexando tudo o que encontra pela frente, depois computa as relações entre elas e, a partir de critérios (muito bem) estabelecidos, define um ranking para cada página/site.

Por que me preocupar com isso?
Um site nas primeiras posições recebe mais visitas e, consequentemente, ganha mais dinheiro, seja efetuando vendas ou esperando cliques em anúncios.

É ciência ou chute?
SEO é marketing (e não chute) porque envolve saber (descobrir?) como funciona um site de busca. Consiste na combinação de uma série de técnicas e na aplicação delas em diversas partes do site: código, design, estrutura, etc… sem que isso produza uma alteração perceptível ao usuário, apenas aos sites de busca. Em outras palavras, o design do seu site deve se preocupar com os humanos que irão visita-lo, depois de definida essa parte, começam as alterações que se preocupam em facilitar a vida dos sistemas de busca.

A qualidade do tráfego
Não adianta nada ter visitantes no seu site se o tráfego é de má qualidade. Um visitante de boa qualidade é aquele que chega ao seu site buscando o que ele tem de melhor. Por exemplo, se alguém está procurando por pescaria e chega até seu blog que fala de natação (note que há uma relação, os dois envolvem água) a probabilidade do usuário consumir algo (comprar, clicar em um link patrocinado, etc…) é muito pequena. Todo usuário que não consome representa um custo. Afinal, hospedagem, criação, manutenção, alimentação do conteúdo, etc… têm um custo, seja pagando a terceiros ou em horas do seu trabalho. SEO deve melhorar o desempenho do seu site para as buscas nas quais seu conteúdo é mais forte. Ainda no nosso exemplo, iríamos querer melhor em busca como natação, aprenda a nadar, michael phelps, etc…

Resumo da ópera
Crie um bom site com bom conteúdo e, uma vez definido seu projeto, comece com as alterações, a maior parte delas imperceptíveis para os usuários, que irão melhorar o desempenho das suas páginas nos sites de busca.

Essa post é a abertura de uma nova seção do blog (SEO). É um assunto que me interessa muito (não estou montando um site de busca com bilhoes de páginas indexadas porque acho isso chato) e com uma frequência alta vou comentar aqui sobre as técnicas de otimização.

enviado por Marcos V.

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Dica do dia: nomeie seus links

25 / 03 / 2007   dica, Dicas, link* comente esse artigo

Pra mim, um dos piores vícios dos blogueiros (e tenho que admitir que eu também faço isso às vezes) são os links que não dizem nada. Você está lendo um artigo e lá pelas tantas tem algo como …estava lendo esse post e esse outro blog Se não estiverem muito claro no contexto tornam a experiência de ler o blog um navegar no nevoeiro. Se a mesma frase fosse escrita como …esta lendo esse artigo sobre links no Webcétera o internauta já tem uma boa indicação se vale a pena ou não seguir o link.

Um outro ponto importante é lembrar que o mundo não está centrado no umbigo de cada um de nós. As pessoas não conhecem todos os seus amigos/conhecidos, é melhor ser explícito sobre um link para alguém. Ao invés de colocar -o Fulano me disse…- ficaria melhor dizer -… o Fulano da Silva me disse…- ou ainda -… o Fulano do blog tal me disse…- Como li em algum lugar outro dia (infelizmente não me recordo em qual site): a web não é sua roda de bar.

enviado por Marcos V.

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Dica do dia: use trackbacks

21 / 03 / 2007   Blogar, Dicas* comente esse artigo

Track o quê?
-Humm, ok, eu usaria se soubesse o que é isso. É o que escuto da maioria dos blogueiros quando sugiro o uso dos trackbacks. Então está na hora de pelo menos entender o que é uma das mais poderosas ferramentas da blogosfera.

Um exemplo
-Digamos que você esteja lendo esse artigo no Webcétera e achou muito interessante ou uma droga total, enfim, qualquer coisa que te inspire a escrever em seu blog uma entrada a respeito. Lá pelas tantas seu texto cita a origem e coloca um link pra cá. Legal, você é um sujeito ético.

O único senão é que seus leitores sabem a respeito do artigo que te inspirou, mas os daqui não sabem do seu. Pra resolver isso você poderia deixar um comentário (aqui no webcétera) com um link para o seu artigo. Infelizmente isso não é muito bem visto por conta dos splogs.

A solução é o trackback. Esse caminho da volta deixa um pedaço do seu artigo no blog do seu inspirador, nesse exemplo seria aqui no Webcétera. Assim os leitores daqui saberiam da existência do seu artigo. Claro que o blogueiro (no caso, eu) aprova ou não o trackback, se ele fará isso 10 segundos depois, no ano seguinte ou nunca (tem muito blog abandonado por aí) é outra história. De qualquer forma o trackback dá ao leitor a oportunidade de seguir a repercurssão de um artigo. É simples e funciona bem. Além de ser uma ferramenta legítima para informar ao resto de uma comunidade o seu interesse por um tema. E consequentemente do seu blog.

Todo mundo tem?
-WordPress, Typepad e alguns outros possuem. Da última vez que olhei, o Blogger não oferecia. Havia uma ferramenta parecida, mas não o padrão trackback. Deve ser o Google mostrando seu jeito Microsoft de ser. O melhor modo de descobrir é verificando a documentação do software que usa para blogar e/ou consultar o seu suporte.

Mão dupla
Trackbacks foi o jeito encontrado pra transformar a blogosfera em uma via de mão dupla. Mas tem gente que ainda prefere ir de carro de boi pela estradinha de terra…

enviado por Marcos V.

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