Eu relutei muito em colocar qualquer plugin para tags nos blogs que tenho ou administro, esperando o suporte nativo a tags do wordpress. A razão é simples, assim que chegasse essa era (e finalmente o pessoal do wp adicionou as tags) corria-se o risco de incompatibilidade entre o sistema do plugin e o nativo. Teria que refazer tudo. Tá bom, eu sei, o nome disso é preguiça. Mas enfim, não havia colocado. Agora que já temos (as tags) resta saber como utiliza-las. As questões que surgem são: O que é taxonomia? O que são tags? O que são categorias? Como coexistir? Vamos a elas com um exemplo prático: um romance de José Lins do Rego.
1. O que é taxonomia?
Taxonomia vem do grego e pode ser traduzido como “utilizado para classificar”. Ou seja, denota uma qualidade que pode ser aplicada a um elemento e ajude a identifica-lo. Eu não vou citar Kant pra não ser taxado de blogueiro intelectual pela “blogopanela analfabeta funcional”. Apenas pense em uma cadeira da sua casa e liste suas características: branca, feita de madeira, é um móvel, etc… Pronto, você fez uma classificação. Também poderia fazer de forma hierárquica: Móvel > Madeira > Branco
2. O que são tags?
Tags (etiquetas) são marcadores para um texto, qualificam ou discriminam o conteúdo. Não trazem peso hierárquico. Para o livro poderíamos ter como tags: jose lins do rego, literatura, regionalismo, engenho, nordeste. Note que não há nenhuma hierarquia entre elas. A tag nordeste, por exemplo, não indica ‘literatura > nordeste’ nem ‘politica > desenvolvimento > nordeste’. Quer dizer apenas nordeste, ou seja, o texto, imagem, video, etc… tem alguma relação com ‘nordeste’, mas não sei qual.
3. O que são categorias?
Categorias são indexadores hierarquicos, não chegam aos detalhes do texto mas indicam do que se trata. Um exemplo, em uma livraria há diversas áreas: literatura, literatura estrangeira, informática, auto-ajuda, etc… Se eu desejar encontrar um livro do José Lins do Rego devo ir em Literatura > Regional > Nordeste. Nesse caso o ‘nordeste’ possui um ‘pai’, ‘regional’, que por sua vez está atrelado a ‘Literatura’. Essa qualidade ‘nordeste’ já traz uma indicação de como se relaciona com o texto, é literatura nordestina, diferentemente da tag ‘nordeste’ do item 2.
4. Como coexistir?
Eu sempre tive muitas categorias (não hierarquizadas) aqui no blog, porque, no fundo, sempre utilizei categorias como tags (lembra da minha preguiça?). Agora vou começar uma limpeza, diminuir a quantidade de categorias e ‘etiquetar’ os textos mais antigos.
Se antes eu tinha as categorias vecom, yahoo e google, agora posso ter apenas ’sites de busca’ e em cada post relacionado adicionar as tags dos sistes em questão. Esse corte não deve ser aleatório. Pense bem e planeje antes de começar. Quais os principais assuntos do seu blog? Quais as buscas que normalmente trazem seus leitores? Esses são pontos que provavelmente merecem ser elevados a categorias. Os demais é melhor deixar como tags.
Há quem não admita repetições, eu não sou radical. Se você inseriu um post na categoria ’sites de busca’ não vejo nenhum motivo para não ter uma tag ’sites de busca’, é uma qualificação válida. Apenas não recomendo muitas tags, em geral entre 3 e 5 são mais do suficientes para um texto.
Outro problema que sempre aparece é a acentuação. Eu tenho por norma não colocar acentos nas tags, quero que todos vejam da mesma forma, independente da página de código. Também tinha por hábito sempre utilizar minúsculas, mas esses dias tive que abrir uma exceção. Num blog sobre política utilizei a tag ‘pt’, assim em minúsculas. Quando vi na ‘nuvem’ parecia mais abreviação de ‘português’ do que sigla de partido político. O bom senso, claro, deve prevalecer.
E por falar em nuvem de tags, ela é fundamental. Provavelmente todo mundo já sabe o que é, uma região onde as tags mais utilizadas aparecem em tamanho maior, como na imagem. Cada expressão, claro, é um link.
Para adicionar uma nuvem no wordpress basta inserir o seguinte comando:
<?php wp_tag_cloud(’smallest=8&largest=18′); ?>
Nesse caso estou indicando que as tags menos freqüentes aparecerão com um tamanho de fonte 8 e as mais freqüentes com tamanho 18.
O assunto não é novo, mas como tenho visto muito confusão por ai, achei que valia o post.
enviado por Marcos V.
Essa cola (também teve aquela) é boa para montar o loop. Já vem exemplificada.

Chega de se perder no emaranhado de nomes e traço-baixos do wordpress: author, links, bloginfo(), etc… tem tudo aí.
enviado por Marcos V.
Isso é assunto para o Bruno, mas como ele tem postado ainda menos do que eu, vou dar uma força pra blogaida. Não que seja novidade, mas como há sempre novos blogueiros, aí vai.
Quem está sempre fazendo uma mudança aqui ou ali no tema do blog, e não possui uma memória paquidérmica, tem, a todo momento, que acessar o Wordpress codex atrás do nome daquele comando, como é mesmo? Para facilitar a vida eis uma colinha dos comandos ou tags mais utilizados. Vale a impressão.
Nos próximos posts vou colocar uma lista de várias colas muito úteis.
enviado por Marcos V.
Há vezes em que uma página do seu site mostra anúncios (do adsense) sem relação alguma com o conteúdo, e, consequentemente, com um baixo CTR?
Se você monitora seus anúncios de perto sim, isso acontece. Há um instrumento do google adsense para direcionar os anúncios do site e ignorar outras partes. Eles dão o nome de “direcionamento por seção”. É um trabalho simples e rápido, basta envolver o conteúdo com comentários html que são, na verdade, diretivas para o adsense:
<!– google_ad_section_start –>
<!– google_ad_section_end –>
Informando ao adsense: ignore isso!
Algo que você provavelmente deseja ignorar são os comentários. Geralmente “lotam” a página com termos e expressões que fugiam do tema original do post acabam desvirtuando os anúncios. É bom lembrar que se há muitos comentários eles podem ser a maior parte do conteúdo. Isso mesmo, não é raro ter mais texto lá do que no artigo em si. Por isso, o bom é “passar a régua” neles (os comentários) e deixa-los invisíveis para o adsense. Para fazer isso, com os comentários ou qualquer outra área de uma página, insira o código como abaixo:
<!– google_ad_section_start(weight=ignore) –>
aqui está o conteúdo que o adsense deve ignorar comentários e outras bobagens
<!– google_ad_section_end –>
É só isso e o adsense irá ignora-los
Informando ao adsense: isso é importante!
Há também a situação oposta, sua página tem um monte de lingüiça cheinha e um pequeno pedaço onde está a informação importante. Que tal destacar isso para o adsense? Pois bem, é só utilizar a mesma diretiva, sem o ignore:
<!– google_ad_section_start –>
seu post ou conteúdo importante. Deve haver material suficiente para ser indexado pelo adsense. Se você colocar umas poucas palavras o google não conseguirá formar uma base para anúncios relevantes e em quantidade.
<!– google_ad_section_end –>
Não espere uma mudança radical e instantânea. Eis o que diz na página do adsense:
Você pode usar o direcionamento por seção em uma página para quantas seções desejar. Não podemos garantir resultados, no entanto, e pode levar até duas semanas para que os nossos indexadores levem em consideração quaisquer alterações que você faça em seu site.
Eu recomendo, sobretudo ignorar os comentários. Estou fazendo uma limpa nos sites que administro pra fazer isso.
enviado por Marcos V.
Quando se prepara um blog devemos otimiza-lo pra qual navegador? E qual resolução?
Não tenho (ainda) os sites regionais (brasileiros), mas eis os últimos dados (novembro de 2007) da hitslink:
participação dos navegadores na internet global:

claro que o Internet Explorer ainda é líder disparado de mercado, mas essa liderança vem cedendo espaço mês a mês desde que a fundação mozilla rebatizou seu projeto de firefox. O safari aproveita a onda de crescimento dos Macs e vem se mantendo acima dos 5%
resoluções mais utilizadas na internet global:

Como se vê a velha (e não tão) boa resolução de 800×600 está com seus dias contados, menos de 8% de mercado e caindo mês a mês. A nova dona do pedaço é sem dúvida 1024×768, mas é bom notar o crescimento de 1280×800, típica de noteboks com tela widescreen, e 1280×1024.
versões de navegadores mais utilizadas na internet global:

interessante notar que o navegador mais utilizado AINDA é o i.e. 6. Isso mesmo, nada de ficar olhando o seu blog só no ie7, é bom ver como fica (nada) bom e velho ie6.
Resumidamente, se o seu blog não estiver bem no ie6, ie7 e firefox 2, em uma resolução de 1280×1024, é melhor repensar o layout.
enviado por Marcos V.
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