
Eu ja escrevi que o design de um blog não é o mais importante, o que realmente gera visitação é o conteúdo. Isso não significa que não tenha a mínima importância, muito pelo contrário. Mesmo na época do RSS, é sempre melhor visitar um site que se leve em consideração o usuário. Aqui vão 7 dicas que certamente farão o seu blog melhor.
1. Faça um rascunho: eu faço em papel, como se fosse um diagrama de blocos. Está o principal lá. No caso de blogs, já tenho até um modelo pronto.
- página principal
- post sozinho
- página das tags
- sobre
- contato
- blogroll(s)
É o básico para começar um blog. Se quiser fazer uma estrutura com suas páginas, categorias, etc… tanto melhor. Escreva bastante no seu rascunho, faça anotações que podem parecer básicas agora, mas que você não irá se lembrar daqui 1 mês. Guarde isso. Se depois de um tempo achar que seu blog ficou confuso, volte ao rascunho original e veja onde desvirtuou-se.
Seja bastanto óbvio na hora de escolher os nomes das páginas que irá criar. Isso facilitará a sua vida, a experiência do internauta em seu site e dos mecanismos de busca.
2. Colunas estreitas: evite designs com a parte de leitura em uma coluna muito larga. Sites sem largura pré-fixada pode evoluir para o texto em bloco de 700, 800px. Péssimo para ler. Não é à toa que jornais e revistas impressos utilizam duas, três ou mais colunas por páginas. Facilita imensamente a leitura.
3. Mantenha as imagens leves: as imagens que fazem a composição da sua página (fundo, separadores, logo, etc…) devem ser o mais leve possível. Há um tempo “vazou” um documento do Google onde se determinava que as páginas mais visitadas deveriam carregar em menos de 2 segundos. Ninguém gosta de esperar por nada.
4. Teste com diferente browsers: a guerra dos browsers está aberta. Não faz sentido perder qualquer fatia de mercado simplesmente porque você foi preguiçoso e não testou com os navegadores mais utilizados (ie 7, ie 6, ff 1.5, ff 2.0, safari, etc…). -ahh, mas eu não vou me preocupar com o Konqueror e seus zero vírgula zero nada de mercado! Ok, mas deixar os 5% dos macs (safari) sem atendimento não faria sentido. Teste, no seu computador, no de um amigo, no do caixa da padaria, tanto faz. Procure uniformizar ao máximo a aparência do seu site.
5. Evite buracos: grandes espaços em branco (ou na cor de fundo) deixam uma sensação de algo inacabado. Nossa tendência é passar rapidamente pelo site, como se ali não fôssemos encontrar nada conclusivo.
6. Respeito o HTML: procure validar o seu html e css. Isso ajuda muito no item 4 e na manutenção com versões futuras de navegadores.
7. Indique o que há de bom: Coloque caixas com os melhores posts, últimos, comentários, etc… tudo o que puder entreter o internauta e mantê-lo navegando em seu blog. Procure também um plugin ou ferramente que indique os posts relacionados ao que o usuário está lendo.
enviado por Marcos V.
Ontem, acessando o google reader percebi que alteraram o favicon.ico. Não sei se fizeram isso ontem mesmo, talvez eu tenha deixado passar. Mas isso levanta uma questão importante: vale a pena personalizar o ícone do seu site/blog? A reposta é sim, e por alguns bons motivos.

- Crie uma marca: procure criar uma marca para o seu blog e, lógico, um logo. Se você não é um designer capacitado, como eu não sou, faça algo simples, pode ser uma letra - como aqui no webcétera - ou uma pequena imagem. Certifique-se de seja algo que faça as pessoas reconhecerem que se trata do seu site. Se tiver uns US$ 50,00 a US$ 100,00 no bolso, sugiro que contrate algum profissional para realizar o serviço, via de regra, vale o investimento.
- Destaque-se nos favoritos: atualmente todos os navegadores utilizam o favicon para marcar os favoritos, seja na barra, seja nos menus. Esse apóio visual facilita encontrar o link e pode te gerar um número maior de visitas.
- Barra de navegação: seu favicon também irá aparecer na barra de navegação, é sempre bom para o internauta saber que saiu ou entrou no seu site.
- Feeds: vários leitores de feeds adicionam ao lado dos posts ou listagem de feeds o favicon. É bem melhor que um ícone padrão ou a chatice de um espaço em branco. E, novamente, vale o mesmo apelo, uma imagem chama a atenção e pode gerar algumas leituras a mais. Tá, eu sei que o google reader não permite, mas esse é apenas um dos leitores de feeds.
- Porque é legal: se o seu blog é uma experiência pessoal, por não “personaliza-lo” um pouco mais?
Como criar um favicon
Essa é uma tarefa bastante simples, utilize o seu programa gráfico favorito e crie um arquivo com extensão png de 16×16 pixels. Em seguida, faça o download e instalação do png2ico, que possui versão para linux e windows. Esse é um programa de linha de comando, não possui interface gráfica, mas sua utilização é bastante simples. Abra um terminal (Janela de comando, no windows) e vá até o diretório onde gravou seu .png (com o comando cd, no windows, cd /dir1/dir2/ico, ou qualquer que seja o diretório) e digite o seguinte comando:
png2ico favicon.ico logo16×16.png
Substitua logo16×16.png pela imagem que você criou. É isso, agora basta enviar o favicon.ico para a raiz do seu site e pronto, todas as suas páginas estarão ligadas e ele.
Como personalizar o favicon de uma página
Se você quiser um favicon diferente para o seu blog ou qualquer outra página, em relação ao restante do site, adicione a seguinte linha no cabeçalho da página:
<head>(…)
<link rel=”shortcut icon” type=”image/ico” href=”/outrofavicon.ico” /><!– adicione esta linha substituindo /outrofavicon.ico pelo endereço do seu arquivo .ico –>
(…)</head>
Bastante simples, não?
enviado por Marcos V.
Acabei de ver no rodapé que esqueci de alterar o ano. O webcétera ainda está em 2007… pronto, não está mais. Eis o que fiz.
Onde havia “Vecom - 2007″ troquei por “Vecom - <?php echo date(”Y”); ?>”
Simples e prático, evitará esquecimentos em 2009. Utilizando a data do servidor o ano estará sempre “em dia”.
enviado por Marcos V.
Eu relutei muito em colocar qualquer plugin para tags nos blogs que tenho ou administro, esperando o suporte nativo a tags do wordpress. A razão é simples, assim que chegasse essa era (e finalmente o pessoal do wp adicionou as tags) corria-se o risco de incompatibilidade entre o sistema do plugin e o nativo. Teria que refazer tudo. Tá bom, eu sei, o nome disso é preguiça. Mas enfim, não havia colocado. Agora que já temos (as tags) resta saber como utiliza-las. As questões que surgem são: O que é taxonomia? O que são tags? O que são categorias? Como coexistir? Vamos a elas com um exemplo prático: um romance de José Lins do Rego.
1. O que é taxonomia?
Taxonomia vem do grego e pode ser traduzido como “utilizado para classificar”. Ou seja, denota uma qualidade que pode ser aplicada a um elemento e ajude a identifica-lo. Eu não vou citar Kant pra não ser taxado de blogueiro intelectual pela “blogopanela analfabeta funcional”. Apenas pense em uma cadeira da sua casa e liste suas características: branca, feita de madeira, é um móvel, etc… Pronto, você fez uma classificação. Também poderia fazer de forma hierárquica: Móvel > Madeira > Branco
2. O que são tags?
Tags (etiquetas) são marcadores para um texto, qualificam ou discriminam o conteúdo. Não trazem peso hierárquico. Para o livro poderíamos ter como tags: jose lins do rego, literatura, regionalismo, engenho, nordeste. Note que não há nenhuma hierarquia entre elas. A tag nordeste, por exemplo, não indica ‘literatura > nordeste’ nem ‘politica > desenvolvimento > nordeste’. Quer dizer apenas nordeste, ou seja, o texto, imagem, video, etc… tem alguma relação com ‘nordeste’, mas não sei qual.
3. O que são categorias?
Categorias são indexadores hierarquicos, não chegam aos detalhes do texto mas indicam do que se trata. Um exemplo, em uma livraria há diversas áreas: literatura, literatura estrangeira, informática, auto-ajuda, etc… Se eu desejar encontrar um livro do José Lins do Rego devo ir em Literatura > Regional > Nordeste. Nesse caso o ‘nordeste’ possui um ‘pai’, ‘regional’, que por sua vez está atrelado a ‘Literatura’. Essa qualidade ‘nordeste’ já traz uma indicação de como se relaciona com o texto, é literatura nordestina, diferentemente da tag ‘nordeste’ do item 2.
4. Como coexistir?
Eu sempre tive muitas categorias (não hierarquizadas) aqui no blog, porque, no fundo, sempre utilizei categorias como tags (lembra da minha preguiça?). Agora vou começar uma limpeza, diminuir a quantidade de categorias e ‘etiquetar’ os textos mais antigos.
Se antes eu tinha as categorias vecom, yahoo e google, agora posso ter apenas ’sites de busca’ e em cada post relacionado adicionar as tags dos sistes em questão. Esse corte não deve ser aleatório. Pense bem e planeje antes de começar. Quais os principais assuntos do seu blog? Quais as buscas que normalmente trazem seus leitores? Esses são pontos que provavelmente merecem ser elevados a categorias. Os demais é melhor deixar como tags.
Há quem não admita repetições, eu não sou radical. Se você inseriu um post na categoria ’sites de busca’ não vejo nenhum motivo para não ter uma tag ’sites de busca’, é uma qualificação válida. Apenas não recomendo muitas tags, em geral entre 3 e 5 são mais do suficientes para um texto.
Outro problema que sempre aparece é a acentuação. Eu tenho por norma não colocar acentos nas tags, quero que todos vejam da mesma forma, independente da página de código. Também tinha por hábito sempre utilizar minúsculas, mas esses dias tive que abrir uma exceção. Num blog sobre política utilizei a tag ‘pt’, assim em minúsculas. Quando vi na ‘nuvem’ parecia mais abreviação de ‘português’ do que sigla de partido político. O bom senso, claro, deve prevalecer.
E por falar em nuvem de tags, ela é fundamental. Provavelmente todo mundo já sabe o que é, uma região onde as tags mais utilizadas aparecem em tamanho maior, como na imagem. Cada expressão, claro, é um link.
Para adicionar uma nuvem no wordpress basta inserir o seguinte comando:
<?php wp_tag_cloud(’smallest=8&largest=18′); ?>
Nesse caso estou indicando que as tags menos freqüentes aparecerão com um tamanho de fonte 8 e as mais freqüentes com tamanho 18.
O assunto não é novo, mas como tenho visto muito confusão por ai, achei que valia o post.
enviado por Marcos V.
Essa cola (também teve aquela) é boa para montar o loop. Já vem exemplificada.

Chega de se perder no emaranhado de nomes e traço-baixos do wordpress: author, links, bloginfo(), etc… tem tudo aí.
enviado por Marcos V.
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