Post muito interessante do Jonny Ken exibindo dois casos de propagandas relevantes em relação ao contexto. Puxando o assunto pela tangente, o programa de monetização utilizado por 11 entre 10 blogueiros, o adsense, solta algumas pérolas incríveis. Eu tive alguns desses “casos” com um post sobre o criacionismo que teimava em exibir anúncios religiosos. Acabei por excluir os anúncios com imagens e a questão foi parcialmente resolvida. Do ponto de vista do programa em si faz sentido. Afinal, ele encontrou uma série de termos sobre religião e mostrou anúncios religiosos. Mas sob uma perspectiva semântica fica esquisito pra dedéu.
Enfim, vale a leitura do divertido artigo do Jonny (um dos meus blogs favoritos), esse sujeito encarnando o Curinga aí na foto ao lado. Dizem que ele virou vilão e começou a odiar o Batman após ser preterido para a função de Robin. O rapaz teria ficado AR-RA-SA-DO, mas são apenas rumores e nós não comentamos ou divulgamos fofocas. Mas que a maquiagem ficou boa, isso ficou.
enviado por Marcos V.
Esse artigo foi escrito para um dos meus outros blogs, mavit.com, mas como o assunto cabe bem aqui, vou reproduzir. Os leitores do webcétera são mais bem informados em internet que os de lá, por isso alguns pontos podem parecer óbvios. Fora isso, boa leitura.
A Google Inc. tem oferecido ajuda e parceria a qualquer empresa com uma fatia considerável de mercado. A razão é simples, impedir os avanços da Microsot. Por isso a já noticiada retomada de conversas entre os executivos das duas gigantes da internet. Tenta-se uma parceria pois uma tentativa de compra dessas empresas por parte da Google dificilmente seria aprovada em uma comissão anti-monopólio.
Um exemplo recente dessa política da Google é o contrato firmado com o portal Ask.com: US$ 3.5 bilhões pelo direito de vender anúncios nas buscas durante um período de 5 anos. A participação de mercado da Ask.com foi de 1,1% em dezembro de 2007, segundo a comScore. Se considerarmos a fatia do Yahoo!, 12,8%, o valor seria de US$ 40 bilhões por 5 anos. Um ganho de US$ 10 bilhões sobre o projetado. Os rendimentos do Yahoo! com venda de anúncios em 2007 foi de US$ 6 bilhões.
Ainda não ficou claro se a dinheirama seria usada para tentar recomprar ações nos mercados ou oferecer dividendos aos acionistas e tentar livra-los da tentação de venda para a Microsoft.
A empresa da California, assim como Google e Microsoft, também possui uma rede de venda de anúncios. Esse é o filão mais lucrativo da internet no momento. As duas empresas, no entanto, apostaram em modelos distintos de negócios. O Yahoo!, assim como o WindowsLive e a AOL, montou uma série de sites próprios. Essa colossal quantidade de visitas e páginas garante o volume necessário de exposição e cliques para atrair anunciantes de todas as áreas. O Google partiu para montar a maior rede de sites para exibição de anúncios, através de seu programa adsense. Nesse modelo de negócio, qualquer um que possua um site ou página na internet pode exibir seus anúncios. A principal diferença está no ganho que cada uma das estratégias traz para a empresa. Calcula-se que para cada dólar pago por anunciantes o Google fica com apenas 20%, o resto vai no programa de parcerias e sua administração. O inverso das redes próprias, nesse caso a maior parte fica com a empresa.
Esse é o principal motivo da Microsoft enxergar um grande pontencial na compra do Yahoo!. Mesmo com um faturamento menor, as duas redes de anúncios combinadas, teriam uma lucratividade igual ou talvez um pouco maior que a rede Google.
Já há alguns anos que se anuncia o incômodo que os produtos Google (planilhas, editores, sistema operacional, etc…) causariam para a Microsoft, que parecia fazer pouco a respeito. Agora, com o agressivo Steve Ballmer ainda à frente da companhia e sem a sombra de Bill Gates, a empresa de Redmond prepara o seu ataque. Certamente ainda veremos muitos lances dessa guerra.
enviado por Marcos V.
Há vezes em que uma página do seu site mostra anúncios (do adsense) sem relação alguma com o conteúdo, e, consequentemente, com um baixo CTR?
Se você monitora seus anúncios de perto sim, isso acontece. Há um instrumento do google adsense para direcionar os anúncios do site e ignorar outras partes. Eles dão o nome de “direcionamento por seção”. É um trabalho simples e rápido, basta envolver o conteúdo com comentários html que são, na verdade, diretivas para o adsense:
<!– google_ad_section_start –>
<!– google_ad_section_end –>
Informando ao adsense: ignore isso!
Algo que você provavelmente deseja ignorar são os comentários. Geralmente “lotam” a página com termos e expressões que fugiam do tema original do post acabam desvirtuando os anúncios. É bom lembrar que se há muitos comentários eles podem ser a maior parte do conteúdo. Isso mesmo, não é raro ter mais texto lá do que no artigo em si. Por isso, o bom é “passar a régua” neles (os comentários) e deixa-los invisíveis para o adsense. Para fazer isso, com os comentários ou qualquer outra área de uma página, insira o código como abaixo:
<!– google_ad_section_start(weight=ignore) –>
aqui está o conteúdo que o adsense deve ignorar comentários e outras bobagens
<!– google_ad_section_end –>
É só isso e o adsense irá ignora-los
Informando ao adsense: isso é importante!
Há também a situação oposta, sua página tem um monte de lingüiça cheinha e um pequeno pedaço onde está a informação importante. Que tal destacar isso para o adsense? Pois bem, é só utilizar a mesma diretiva, sem o ignore:
<!– google_ad_section_start –>
seu post ou conteúdo importante. Deve haver material suficiente para ser indexado pelo adsense. Se você colocar umas poucas palavras o google não conseguirá formar uma base para anúncios relevantes e em quantidade.
<!– google_ad_section_end –>
Não espere uma mudança radical e instantânea. Eis o que diz na página do adsense:
Você pode usar o direcionamento por seção em uma página para quantas seções desejar. Não podemos garantir resultados, no entanto, e pode levar até duas semanas para que os nossos indexadores levem em consideração quaisquer alterações que você faça em seu site.
Eu recomendo, sobretudo ignorar os comentários. Estou fazendo uma limpa nos sites que administro pra fazer isso.
enviado por Marcos V.