7 dicas para o design do seu blog

29 / 01 / 2008   Blog Design* comente esse artigo

puzzle.jpg

Eu ja escrevi que o design de um blog não é o mais importante, o que realmente gera visitação é o conteúdo. Isso não significa que não tenha a mínima importância, muito pelo contrário. Mesmo na época do RSS, é sempre melhor visitar um site que se leve em consideração o usuário. Aqui vão 7 dicas que certamente farão o seu blog melhor.

1. Faça um rascunho: eu faço em papel, como se fosse um diagrama de blocos. Está o principal lá. No caso de blogs, já tenho até um modelo pronto.

  • página principal
  • post sozinho
  • página das tags
  • sobre
  • contato
  • blogroll(s)

É o básico para começar um blog. Se quiser fazer uma estrutura com suas páginas, categorias, etc… tanto melhor. Escreva bastante no seu rascunho, faça anotações que podem parecer básicas agora, mas que você não irá se lembrar daqui 1 mês. Guarde isso. Se depois de um tempo achar que seu blog ficou confuso, volte ao rascunho original e veja onde desvirtuou-se.

Seja bastanto óbvio na hora de escolher os nomes das páginas que irá criar. Isso facilitará a sua vida, a experiência do internauta em seu site e dos mecanismos de busca.

2. Colunas estreitas: evite designs com a parte de leitura em uma coluna muito larga. Sites sem largura pré-fixada pode evoluir para o texto em bloco de 700, 800px. Péssimo para ler. Não é à toa que jornais e revistas impressos utilizam duas, três ou mais colunas por páginas. Facilita imensamente a leitura.

3. Mantenha as imagens leves: as imagens que fazem a composição da sua página (fundo, separadores, logo, etc…) devem ser o mais leve possível. Há um tempo “vazou” um documento do Google onde se determinava que as páginas mais visitadas deveriam carregar em menos de 2 segundos. Ninguém gosta de esperar por nada.

4. Teste com diferente browsers: a guerra dos browsers está aberta. Não faz sentido perder qualquer fatia de mercado simplesmente porque você foi preguiçoso e não testou com os navegadores mais utilizados (ie 7, ie 6, ff 1.5, ff 2.0, safari, etc…). -ahh, mas eu não vou me preocupar com o Konqueror e seus zero vírgula zero nada de mercado! Ok, mas deixar os 5% dos macs (safari) sem atendimento não faria sentido. Teste, no seu computador, no de um amigo, no do caixa da padaria, tanto faz. Procure uniformizar ao máximo a aparência do seu site.

5. Evite buracos: grandes espaços em branco (ou na cor de fundo) deixam uma sensação de algo inacabado. Nossa tendência é passar rapidamente pelo site, como se ali não fôssemos encontrar nada conclusivo.

6. Respeito o HTML: procure validar o seu html e css. Isso ajuda muito no item 4 e na manutenção com versões futuras de navegadores.

7. Indique o que há de bom: Coloque caixas com os melhores posts, últimos, comentários, etc… tudo o que puder entreter o internauta e mantê-lo navegando em seu blog. Procure também um plugin ou ferramente que indique os posts relacionados ao que o usuário está lendo.

enviado por Marcos V.

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5 motivos para criar um favicon.ico

28 / 01 / 2008   Blog Design* 4 comentários

Ontem, acessando o google reader percebi que alteraram o favicon.ico. Não sei se fizeram isso ontem mesmo, talvez eu tenha deixado passar. Mas isso levanta uma questão importante: vale a pena personalizar o ícone do seu site/blog? A reposta é sim, e por alguns bons motivos.

webcetera-favicon2.png

  1. Crie uma marca: procure criar uma marca para o seu blog e, lógico, um logo. Se você não é um designer capacitado, como eu não sou, faça algo simples, pode ser uma letra - como aqui no webcétera - ou uma pequena imagem. Certifique-se de seja algo que faça as pessoas reconhecerem que se trata do seu site. Se tiver uns US$ 50,00 a US$ 100,00 no bolso, sugiro que contrate algum profissional para realizar o serviço, via de regra, vale o investimento.
  2. Destaque-se nos favoritos: atualmente todos os navegadores utilizam o favicon para marcar os favoritos, seja na barra, seja nos menus. Esse apóio visual facilita encontrar o link e pode te gerar um número maior de visitas.
  3. Barra de navegação: seu favicon também irá aparecer na barra de navegação, é sempre bom para o internauta saber que saiu ou entrou no seu site.
  4. Feeds: vários leitores de feeds adicionam ao lado dos posts ou listagem de feeds o favicon. É bem melhor que um ícone padrão ou a chatice de um espaço em branco. E, novamente, vale o mesmo apelo, uma imagem chama a atenção e pode gerar algumas leituras a mais. Tá, eu sei que o google reader não permite, mas esse é apenas um dos leitores de feeds.
  5. Porque é legal: se o seu blog é uma experiência pessoal, por não “personaliza-lo” um pouco mais?

Como criar um favicon

Essa é uma tarefa bastante simples, utilize o seu programa gráfico favorito e crie um arquivo com extensão png de 16×16 pixels. Em seguida, faça o download e instalação do png2ico, que possui versão para linux e windows. Esse é um programa de linha de comando, não possui interface gráfica, mas sua utilização é bastante simples. Abra um terminal (Janela de comando, no windows) e vá até o diretório onde gravou seu .png (com o comando cd, no windows, cd /dir1/dir2/ico, ou qualquer que seja o diretório) e digite o seguinte comando:

png2ico favicon.ico logo16×16.png

Substitua logo16×16.png pela imagem que você criou. É isso, agora basta enviar o favicon.ico para a raiz do seu site e pronto, todas as suas páginas estarão ligadas e ele.

Como personalizar o favicon de uma página

Se você quiser um favicon diferente para o seu blog ou qualquer outra página, em relação ao restante do site, adicione a seguinte linha no cabeçalho da página:

<head>(…)

<link rel=”shortcut icon” type=”image/ico” href=”/outrofavicon.ico” /><!– adicione esta linha substituindo /outrofavicon.ico pelo endereço do seu arquivo .ico –>

(…)</head>

Bastante simples, não?


                        

enviado por Marcos V.

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6 perguntas para desenvolver um post

24 / 01 / 2008   criatividade* 4 comentários

Li isso há alguns anos. É jornalismo 101, o básico para desenvolver um artigo. Se respondidas essas 6 perguntas o autor sabe que cobriu bem a história. Para um blogueiro possuem uma outra utilidade. É normal lermos alguma coisa em um jornal, site, livro, blog, etc… e acharmos que o tema não foi desenvolvido sobre um determinado aspecto. Às vezes esse pensamento é intuitivo e fica difícil saber o que falta. Formulando - e respondendo, claro - as 6 perguntas é possível descobrir o que faltou, ou simplesmente desenvolver o tema sobre outro ponto de vista.

A seguir, os “pontos” e as perguntas possíveis para cada um.

1. Quem? (agente): Quem está envolvido? Quais os aspectos humanos do assunto? Quem fez ou fará algo? Quem possui ou deseja algo? Quem se beneficiará, será prejudicado, incluído ou excluido de algo?

2. O que? (ação): O que é isso? O que aconteceu? O que foi feito, deveria ter sido feito ou não foi feito? O que deu errado? O que deu certo?

3. Quando? (tempo): Quando aconteceu ou acontecerá?

4. (A)onde? (lugar): Onde aconteceu ou acontecerá? Onde mais aconteceu ou acontecerá a mesma coisa? Outros lugares foram afetados?

5. Por que? (motivo): Por que isto foi ou deveria ser feito, evitado ou permitido? Por que aquele determinado agente (pessoa, grupo, etc…) fez ou fará? Por que essa determinada lei, ação, idéia, problema, etc.. e não outra? Por que juntamos esse agente (quem), nessa ação (o que), nesse momento (quando) e nesse lugar (onde)?

6. Como? (método): Como foi feito ou poderia ter sido feito ou deveria ter sido feito ou evitado, destruido, melhorado, alterado? Como pode ser descrito ou explicado? Como essa ação ou ocorrência levou àquela outra ação ou ocorrência?

enviado por Marcos V.

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Seu blog no divã. Freud explica.

23 / 01 / 2008   Blogar* 9 comentários

freud.jpgDe tanto analisar sites por aí, resolvi fazer uma correlação entre o desenvolvimento de uma criança, numa perspectiva psicanalítica, e um blog. Faz sentido, blogs são, via de regra, extensões da(s) personalidade(s) do(s) autor(es).

Freud dividiu o desenvolvimento da criança em 3 fases, seguida de uma na puberdade, são elas: oral, anal, fálica e genital. O foco do prazer do indivíduo migra de local conforme as fases se sucedem. O mesmo acontece com os blogueiros, o que dá prazer nos primeiros meses de vida de um blog já não satisfaz tanto, ou nada, após um ano ou dois. Em tempo, os períodos citados abaixo referem-se ao desenvolvimento de uma criança, não de um blog.

As fases? Vamos a elas.
Fase oral: dos 0 aos 2 anos de idade. É fácil reconhecer, tudo o que a criança vê pela frente vai direto para a boca: brinquedos, roupas e até a embalagem do creme anti-assaduras. O mundo dela resume-se a si e aos pais, sobretudo o peito da mãe. O adulto que ainda manifesta bem a fase oral é o sujeito “mimado”, quer que os outros façam as coisas por ele.
No blog: No começo de um blog é comum um autor “oral”. Quer trazer tudo para o seu blog (”boca”), escreve muitos posts por dia. Às vezes copia artigos inteiros sem fazer citações ou dar créditos. O que chega à boca é seu.

Fase anal: dos 2 aos 4 anos. O foco do prazer está no esfincter e na uretra. A criança sente enorme felicidade em controlar as fezes e a urina. Até o ponto em que, como cita Freud, o “cocô” vira um presente para os pais. É a primeira vez, no curso da vida, em que há controle das vontades. Adultos “anais”, comumente, manifestam comportamento sádico e/ou masoquista. Também se relaciona aos avarentos. O prazer de acumular riquezas proporcionaria a mesma sensação que se tem no controle das fezes.
No blog: Após um começou claudicante, seu blog finalmente começa a ter uma visitação mais constante e chegam os comentários. Nos primeiros comentários tudo é festa, depois de um tempo surge um certo prazer sádico em bloquear ou desqualificar comentaristas ou, pelo lado oposto, em ser desqualificado por eles. O esfincter do blog passa a ser o botão de “publicar comentário”.

Fase fálica: dos 3 aos 5 anos. O foco do prazer está no órgão genital. Os meninos desenvolvem um interesse narcisístico pelo próprio pênis, nas meninas desenvolve-se a chamada “inveja do pênis” e o conseqüente ressentimento com a mãe que “não lhe deu um pênis”.
No blog: alguns blogueiros passam a ter enorme satisfação com a ferramente em si e passam o dia verificando o blog em todos os seus detalhes. São aqueles que mudam os temas todos os meses, estão sempre adicionando novos plugins e gadgets, etc… O blog é o pênis. Os que não conseguem - por dificuldade técnica, falta de tempo, pouco talento, etc… - manter seu blog no mesmo ritmo assumem a “inveja do blog” alheio. Desqualificam tudo feito pelos outros.

Édipo: Ainda no período de 2 a 5 nos desenvolve-se o Édipo. A mãe é a figura de desejo do menino e o pai, por impedir esse acesso, passa a ser seu rival. Como é o pai que tem acesso à mãe, o menino passa a se espelhar nele, escolhendo-o como modelo de comportamento. Na menina ocorre o inverso, a paixão pelo pai e a rivalidade com a mãe, que se torna seu modelo. É nessa fase que ocorre a internalização das regras sociais, copiadas de seus respectivos modelos, e meninos e meninas passam a participar do mundo social.
No blog: é comum eleger um blog como seu modelo. Passa-se a admirar e copiar seus métodos, estilo, guarda-roupa (tema) e tudo o que o configura como um elemento social da blogosfera. Após um tempo, já confiante em ter assimilado as regras, começa a seguir um caminho cada vez mais independente.

Fase genital: ocorre durante a puberdade e o objeto de interesse erótico já não está mais no próprio corpo, mas em um objeto externo: um outro indivíduo. Meninos e meninas já possuem consciência de suas identidades sexuais distintas e buscam relacionamentos para satisfazer suas necessidades eróticas.
No blog: já satisfeito com o próprio blog, o autor procura se relacionar com outros blogs. Inscreve-se em listas, redes sociais, indicadores e outras ferramentas. Convida e é convidado por outros blogueiros a escrever artigos. É agora um cidadão “virtual” pleno.

Sei que muita gente deve ler esse artigo e dizer “mas eu faço tudo isso ao mesmo tempo agora”. É provável, mas deve existir um comportamente que caracteriza o seu momento. E asim como há pessoas que nunca “atravessam” completamente uma fase, e acabam desenvolvendo perversões sexuais, também há blogueiros que “param” em um determinado instante do seu desenvolvimento.

Afinal, em que fase está seu blog?

enviado por Marcos V.

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configurando um firewall no seu servidor dedicado com iptables

22 / 01 / 2008   seguranca* comente esse artigo

Outros artigos da série seguranca de servidor

  1. Protegendo seu servidor dedicado ou semi-dedicado, introdução
  2. Protegendo seu diretório /tmp
  3. Protegendo executáveis
  4. configurando um firewall no seu servidor dedicado com iptables

Há diversas formas de se configurar um firewall, vou começar pela mais básica delas. Básica não por ser a mais fácil, mas porque quase todos os servidores linux fornecidos em datacenter via colocation ou leasing ou aluguel possuem instalados um programa chamado iptables. Sua função é permitir ou derrubar pacotes de dados e evitar comunicação indesejada.

O script abaixo não deve ser utilizado da forma como está, é necessário verificar linha por linha e saber se atende às suas necessidades.
Basicamente libera http,https, pop3, pop3s, ssh, smtp, imap, ftp, mysql e recusa o resto.

Como sempre, utilize por sua conta e risco.

Copie as linhas abaixo, envie para o seu servidor, utilize algum nome obvio como ‘iptables.sh’, torne-se super usuario (’su’ ou ’sudo su’) e rode com:

# sh iptables.sh

se deu tudo certo seu servidor está menos vulnerável. E, sim, eu colocarei uma configuração para APF também, aguardem.

#!/bin/sh
# endereco IP do seu servidor
SERVER_IP=xxx.xxx.xxx.xxx

# se voce tiver uma conexao com IP dedicado, pode adiciona-lo aqui.
ADMIN_IP=yyy.yyy.yyy.yyy

# interface a ser configurado com o firewall
$INTERFACE=eth0
IPTABLES=’/sbin/iptables’
SERVICE=’/sbin/service’

# Configurações padrão (-P), caso não exista uma regra que se aplique
# especificamente &aagrave; a uma situação, tenta utilizar
# a regra mais genérica possível. O padrão utilizado é DROP, ou seja,
# derruba tudo o que não está autorizado.
$IPTABLES -P INPUT ACCEPT
$IPTABLES -P FORWARD DROP
$IPTABLES -P OUTPUT ACCEPT

# Flush (limpa) (-F) todas as regras
$IPTABLES -F INPUT
$IPTABLES -F FORWARD
$IPTABLES -F OUTPUT

# Comunicacao interna ao firewall
$IPTABLES -A INPUT -i $INTERFACE -m state –state ESTABLISHED,RELATED -j ACCEPT

# Derruba todas as conexoes vindas da rede publica que tentam
# se passar por enderecos internos
$IPTABLES -A INPUT -i $INTERFACE -s $SERVER_IP/32 -j DROP
$IPTABLES -A INPUT -i $INTERFACE -s 192.168.0.0/24 -j DROP
$IPTABLES -A INPUT -i $INTERFACE -s 127.0.0.0/8 -j DROP

# Aceita pacotes para o protocolo SMTP (mail)
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 127.0.0.0/8 –destination-port smtp –syn -j ACCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d $SERVER_IP/32 –destination-port smtp –syn -j ACCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d $SERVER_IP/32 –destination-port smtps –syn -j ACCEPT

# Aceita HTTP, HTTPS, POP3, POP3S
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port http –syn -j ACCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port https –syn -j ACCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port pop3 –syn -j ACCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port pop3s –syn -j ACCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port poppassd –syn -j ACC EPT

# IMAP
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port imap –syn -j ACCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port imaps –syn -j ACCEPT

# ATENCAO, se voce utiliza um painel de controle
# DEVE liberar sua porta aqui. Listei uma liberacao para o Plesk.
# Verifique nos dados fornecidos pelo datacenter qual o seu painel e
# qual(is) a(s) porta(s) utilizadas e LIBERE-AS aqui.
# Se utiliza CPanel há no faq deles uma relacao de todas as portas.

# Plesk
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port 8443 –syn -j ACCEPT

# SSH
# Em mundo ideal voce possui um IP fixo em sua casa ou escritorio e deve liberar apenas
# esse IP. Na pratica isso é muito raro, mas se for esse o seu caso, retire o comentario,
# o simbolo de “#”, da linha abaixo. Nao se esqueca de colocar o endereco da sua conexao
# nos parametros do comeco do script.
#$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s $ADMIN_IP/32 -d $SERVER_IP/32 –destination-port s sh –syn -j ACCEPT

# DNS
$IPTABLES -A INPUT -p udp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port domain -j ACCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port domain -j ACCEPT

# For FTP server, restricted to specific local hosts (and see /etc/xinetd.conf):
# $IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port ftp-data –syn -j A CCEPT
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port ftp –syn -j ACCEPT
# Talvez voce precise configurar as portas que seu servico de FTP utiliza. Se não sabe
# do que estou falando, deixe a linha abaixo comentada.
#$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port 32000:65534 –syn -j ACCEPT

# Otras cositas mas, se nao sabe o que sao, deixe comentadas
# $IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port ipp –syn -j ACCEPT
# $IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port rndc –syn -j ACCEP T
# $IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port sunrpc –syn -j ACC EPT

# MySQL
# ATENCAO, permite que usuarios externos “tentem” se conectar ao seu mysql
$IPTABLES -A INPUT -p tcp -s 0/0 -d 0/0 –destination-port mysql –syn -j ACCEPT

#blocks
# se voce quiser bloquear algum endereco especifico, coloque na linha abaixo
# e retire o comentario
$IPTABLES -A INPUT -s xyz.xyz.xyz.xyz/32 -d 0/0 -p tcp –syn -j DROP

# Se nao estiver em algum dos casos acime, recuse a conexao
$IPTABLES -A INPUT -s 0/0 -d 0/0 -p udp -j DROP
$IPTABLES -A INPUT -s 0/0 -d 0/0 -p tcp –syn -j DROP

# Salva a configuracao
$SERVICE iptables save

# Reinicializa o servico
$SERVICE iptables restart
$SERVICE iptables status

enviado por Marcos V.

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