títulos inteligentes para o seu post

06 / 05 / 2013   Blogar, dica, google, Sem categoria, seo* comente esse artigo

Três comentários:

  1. Qualquer livreiro sabe a importância da capa e do título do livro. Na estante da livraria, ou na loja virtual, estão entre os principais fatores de decisão de compra de um livro;
  2. A sua vó sempre te disse que “a primeira impressão é a que fica”;
  3. E só pra reforçar a idéia que frequentemente as pessoas não passam da superfície, tem outro ditado nessa linha: “quem vê cara não vê coração”;

Seu site (ou blog) é um artigo de mídia, TEM que chamar a atenção das pessoas, ou estará destinado ao ilustre anonimato, junto com a imensa maioria do bilhão de blogs que há net afora.

sites de busca – expressão em destaque
Quando uma busca é feita no Google, são poucas as informações que definirão ou não um clique, mas certamente a mais destacada é o título. Veja o exemplo abaixo, de um link que dá bons resultados aqui para o blog:

image

Quem fizer uma busca sobre “gênero, número e grau”, provavelmente, deseja receber informações sobre a famosa expressão. Portanto, se o título trouxer destaque para o objeto central do texto, foto, etc… aumenta a probabilidade que seja clicado. Sejamos realistas, se a listagem do Google trouxesse o título “o que chuchú tem a ver com tomate”, dificilmente seria clicada.

sites de busca 2 – melhorando sua posição
Ao contrário do que pregam alguns magos (picaretas) de SEO por aí, não é fácil colocar um site no topo da lista, principalmente se o termo de busca for popular. Mas dá pra seguir o seguinte raciocínio: o que os sites de busca querem é que os usuários fiquem satisfeitos, ou seja, cliquem nos links do resultado da busca e considerem o resultado relevante. Se for assim, voltarão para fazer novas buscas e aumenta a probabilidade de clicarem em um anúncio pago ($$$).

Lembra do item anterior? O título é MUITO importante para o usuário decidir o clique no resultado da busca, portanto, é também MUITO importante para a classificação do seu site (mas lembre-se, uma infinidade de fatores). Um bom título resulta em melhor classificação.

RSS
aproximadamente 10% dos leitores do Webcétera utilizam algum agregador de notícias (eu mesmo, utilizo o Feedly, agora que o Google Reader morreu). Assim como na busca, o título é importante para definir se o seu artigo será lido ou não, como mostra o exemplo abaixo:

image

No próximo post, um checklist para um bom título.

enviado por Marcos V.

Digg It! Digg It! Del.icio.us

13 regras para atuação em Redes Sociais

29 / 04 / 2013   Sem categoria* comente esse artigo

Este post abre uma sequência sobre estratégia em redes sociais. O primeiro é sobre o que fazer e o que não fazer online.

Há três anos (2010), enquanto eu fazia uma apresentação sobre atuação em redes sociais para o diretor de mídia de um projeto de mais de R$ 100 milhões, ouvi dele a seguinte frase:
“minha posição é que é melhor não fazermos nada sobre redes sociais. Se falarmos alguma coisa, alguém irá achar ruim. Se ficarmos quietos, ninguém vai falar nada e é melhor assim”.
Como não dá para ir despreparado para uma reunião, já havíamos rodado os robozinhos da Netbrands e feito uma pesquisa da marca nas principais redes à época. Claro que a marca era falada, muito comentada, mesmo. E nem tudo eram flores, com dá para imaginar pela “estratégia” dele.
Não querer atuar com sua marca/produto em redes sociais é como não ir ao médico para evitar escutar que está doente. A falta de um exame não te cura de uma doença, da mesma forma que a falta de uma estratégia online não consegue te deixar “nas sombras”.

Essa regra vale para qualquer situação, independente do seu tamanho. Pode ser uma multinacional do varejo, uma campanha política ou o seu blog pessoal. Alguém está falando de você, o melhor é fazer é saber o que dizem e como reagir.

 

Recomendações gerais

O sucesso de atuação em mídias sociais depende de uma série de fatores, entre outros:

  • Entender que redes sociais são canais de conversação e não megafones para amplificar apenas a sua voz;
  • Ser civilizado, honesto, ético e responder quando “falam” com você;
  • Lembrar-se que nada é eternamente privativo na rede;

Práticas recomendadas

escute
Invista parte do seu tempo escutando o que dizem na rede social. Não apenas a seu respeito, mas também da concorrência ou sobre temas de interesse do seu público alvo. Quanto melhor sua compreensão do que interessa à sua audiência, maior precisão haverá nas suas iniciativas. Por exemplo, se está falando para um grupo sobre “pets”, mas são todos apaixonados por gatos, talvez não seja muito frutífero falar de ração para dobermanns.

fale
escutar é importante, mas não há conversa com quem nunca diz nada. É importante que você “fale” na rede. Retweet, like, faça comentários em posts e vídeos, etc… Sua participação te tornará efetivamente parte da comunidade. A estratégia de “entrar mudo e sair calado” não gera, claro, repercussão.

Seja preciso
A web é, desde o início, um ambiente de tolerância zero.Se fizer um comentário baseado em um palpite e seu chute estiver equivocado, tenha certeza que será bombardeado. Por outro lado, se seus comentários são baseados em informações sólidas (é uma ótima prática referenciar a fonte utilizada),você se tornará um ponto de referência e ganhará credibilidade. Mas, como todos erramos, um dia sua informação sairá “torta”. Bom, o melhor a fazer é ser preciso na correção. Assuma o erro e procure trazer a informação certa.

calma
Uma vez escutei que precisamos de dez anos para construir a obra de nossas vidas, mas de apenas 1 segundo para destruir tudo em um ato impensado. Guardadas as devidas proporções, utilize a mesma lógica nas suas interações online. Se está nervoso ou irritado com algum tema ou colocação, não responda na hora. Aguarde e pense bem nas colocações que deseja fazer. Se for um post, por exemplo, escreva um rascunho, mas não publique. Melhor demorar a responder que mandar uma bobagem a jato.

agregue valor
Eu admito, essa história de “agregar valor” é um clichê muito chato, mas serve bem aqui. Não faça um comentário, texto, vídeo, etc… só por fazer, que apenas gere promoção pessoal sem agregar nada ao grupo. Via de regra, isso será visto de forma negativa. Para que um material deslocado caia nas graças de todos, sua qualidade dever ser surpreendente.

impacto
Você não é apenas você. Sua atuação profissional e pessoal, na rede, se confundem. Um comentário infeliz na conta da empresa pode ser “atribuido” ao presidente, por exemplo, gerando uma tremenda saia justa.

seja você
já reparou que quando queremos falar mal de alguém é comum utilizar expressões como “falso”, “duas caras”, ´”traíra”, “age pelas costas”, etc…? Não finja ser quem não é nem crie identidades falsas (ou se criar, seja específico: perfil FulanoFalso, por exemplo).

respeito
é muito mais provável que você seja ouvido e/ou atendido ser for respeitoso com os outros. Ser “respeitoso” não significa ser formal, mas entender e seguir as regras que ditam comportamentos em um determinado grupo. As noções de comportamento adequado de uma comunidade de catequese para a terceira idade são diferentes de um grupo punk.

confidencialidade e confiabilidade
se recebeu um material que não deve ser distribuído, não distribua. Seja confiável. As pessoas podem achar curioso saber de algo que não deveriam, mas, acredite, irão tachar o autor da inconfidência de “fofoqueiro”, ou coisa pior.

legalidade
Esteja sempre ciente que suas ações online estão sujeitas a ações legais. Qualquer um pode ser processado (cível e criminalmente) por qualquer conteúdo indevido.

código de ética
Em geral, qualquer blog, comunidade, rede social, etc… possui instruções de uso, código de ética, ou algo equivalente. Procuro saber, antecipadamente!, qual o conjunto de regras gere as interações do espaço que pretende frequentar. 

tempo certo
esse último item se confunde com vários dos outros, mas é importante lembrar que uma informação pode ser relevante em um determinado momento e completamente inútil em outro. Ou ainda, ser confidencial hoje e pública amanhã. Certifique-se que suas ações estão adequadas para o momento.

esteja presente
lembra do diretor do início do post? Ele fez a escolha errada e aconteceu o óbvio: não esteva presente quando as oportunidades surgiram e seu espaço foi ocupado pela concorrência. A ausência é uma opção. Seu único problema é ser uma opção pior que participar.

 

Essas são as recomendações gerais de atuação em redes sociais. Não são dogmas nem estão talhadas em pedra, são apenas isso, recomendações, mas, sei por exeperiência, dão bons resultados.

Technorati Tags:

No próximo post, falarei de identidade visual.

enviado por Marcos V.

Digg It! Digg It! Del.icio.us

o bom filho à casa torna

05 / 03 / 2013   Sem categoria* comente esse artigo

Gostaria de informar aos meus queridos leitores que este blog voltou à ativa. Muito aconteceu comigo e há muito o que atualizar. Por favor, aguardem novidades.

enviado por Marcos V.

Digg It! Digg It! Del.icio.us

Por que tipo de conteúdo online você pagaria?

16 / 02 / 2010   ads, anuncios, mídia, marketing, monetização* 2 comentários

A Nielsen, maior empresa de pesquisas do mundo, um “Ibope” de abrangência global, resolveu perguntar aos internautas do mundo se eles pagariam por conteúdo online de notícias e entretenimento. A resposta surpreendeu muita gente: nem sim, nem não, mais para um “depende”. Veja o gráfico abaixo:

Grafico: porcentagem de usuários que pagariam por conteudo online

Grafico: porcentagem de usuários que pagariam por conteudo online

Pagar ou não pagar, eis a questão:
A pesquisa foi realizada com 27.000 internautas de 52 países. Claro que a imensa maioria (85%) prefere que o conteúdo continue gratuito, mas aceitam pagar se for algum produto de alta qualidade, como filmes, seriados, música e jogos dos principais estúdios e produtores. Mas por um conteúdo de produção mais barata e caseira, como o gerado por outros internautas, a tendência é simplesmente procurar por algo equivalente e ainda gratuito.

Lei da compensação
Ainda segundo a pesquisa, a maioria dos internautas concorda que um conteúdo, para merecer ser pago, deve atender a determinadas condições.:

  • 78% dos entrevistados acreditam que suas assinaturas de produtos offline (revistas, jornais, tv a cabo,…) devem fornecer acesso ao conteúdo online sem custo adicional.
  • 71% afirmou que pagariam por um conteúdo apenas se ele fosse muito superior a um equivalente gratuito.
  • 79% não utilizariam mais um serviço online que começasse a cobrar. Esse grupo iria procurar por um equivalente gratuito.
  • 62% afirmam que caso efetuassem uma compra, deveriam ser livres para copiar ou compartilhar o conteúdo.

Não há consenso se a qualidade do conteúdo sofrerá danos caso as empresas não consigam cobrar por seus serviços: 34% acreditam que sim, enquanto 30% afirmam que não; os 36% restantes não possuiam opinião formada sobre o assunto.

Apesar de crescer entre as empresas a noção de que só é possível obter lucro considerável, ou mesmo o mínimo necessário para operar, cobrando pelos serviços, não há consenso sobre o melhor modelo a ser seguido. As empresas estão experimentando diversas alternativas, da assinatura às compras individuais e alguns modelos intermediários. Um pouco mais da maioria dos entrevistados (52%) dizem preferir compras individuais, apesar de algumas dificuldades de implementar a fase de cobrança desse modelo. Ainda, 43% afirmaram que um método de pagamento mais fácil facilitaria a decisão de efetuar uma compra.

Na briga entre conteudo gratuito com anúncios e conteudo pago sem anúncios, surgiu o modelo intermediário: conteúdo pago com alguns anúncios. Ainda que 47% dos internautas aceitam mais propagando do que há hoje para subsidiar conteúdo gratuito, mostrando boa relação com os anúncios, 64% não querem anúncios em nenhum conteúdo pelo qual pagaram.

E você, pagaria por conteúdo online? Se sim, por que tipo de conteúdo? Deixe seu comentário.

enviado por Marcos V.

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Uniban, ou sua marca na internet

10 / 11 / 2009   internet* 1 comentário

A Uniban está esfolada viva. Há até vídeos parodiando a situação com o nazismo. Nele, Hitler e seus asseclas sentem-se “humilhados” ao sofre comparação com a tal Universidade Bandeirantes. Mas como isso foi acontecer com a marca Uniban? Simples, um tal de youtube. Um tal de twitter e uns tais de blogs, orkuts e equivalentes. Mas nada é tão ruim que não possa piorar, não é mesmo? Pois bem, algum conselho de “dotores” resolver expulsar a moça que quase foi esfolada viva. Pra não mencionar as intenções de crime sexual. Repete-se assim a cantinhola das massas ignorantes (isso em uma universidade?!) que prega ser a vítima culpada das agressões. Os réus, aquela massa de covardes, são apenas executores de um destino que a tal moça do vestido curto cavou para si. Isso em uma universidade?!

Enfim, há posts e artigos e tudo o mais sobre o caso, não preciso ir aos detalhes. O que me interessa aqui é a marca Uniban. Convenhamos, já era. Os alunos com bom senso que lá estudam estão revoltados, assistem incrédulos à derrocada de seus investimentos em um curso superior. Sabem que por um bom tempo, sempre que apresentarem seu diploma da Uniban, ouvirão algo como “-ahh, aquela da moça do vestido curto!”. Se não com as orelhas, “ouvirão” na fisionomia do interlocutor. Há algo que se possa fazer? Bem, até há.

Primeiro, dar um jeito na bagunça. Readimitir a moça como estudante deve ser o primeiro passo. Identificar tantos agressores quanto possível (há imagens de sobra pra isso) e aplicar punição DURA, seria outra. O sujeito que aparece pendurado no vidro da sala onde Geyse está abrigada, se balançando como um King Kong no cio, esse sim, deveria ser expulso.

Segundo, muito trabalho de mídia. Vídeos de ações de inclusão ajudam. Claro, não chegarão a arranhar a visitação do “vídeo da loira da Uniban”, mas é o começo da reconstrução. Entrevistas e posicionamentos em sites e blogs. Mas pelo amor de Zeus, com gente que não escreva notas preconceituosas. A que justificava a exclusão da moça achei que era uma brincadeira. Inacreditável que uma universidade publique aquilo (uma universidade?!).

Terceiro, nas duas ações anteriores, fazer o “mea-culpa”. Demonstrar humildade como forma de superioridade.

Agora, o que é realmente inacreditável nessa história toda, é o despreparo completo em lidar com essas novas mídias. Essas que não dependem de assessoria de imprensa, até porque não lêem esse tipo de coisa. Essas que não se influenciam ou não por perder anunciantes, os anúncios do google adsense continuam aparecendo. O tal marketing de redes sociais não é um bixo de sete cabeças, é apenas OUTRO bixo de sete cabeças. (Sim, biXo).

Claro, vamos atestar o óbvio. Geyse foi fisicamente protegida (também, só faltava joga-la aos estupradores em potencial!), mas não moralmente. A Uniban quis deixá-la aos estupradores morais e acabou sendo ela, Uniban, identificada como algoz.  Em um novo cenário, a Uniban protege a moça e depois leva ao ministério público tantas informações quanto legalmente possível sobre os “loucos” que a perseguiram. Com a escalada do fato nas mídias diversas, faz inserções dizendo que jamais aceitará esse tipo de comportamente, os dos agressores em potencial, dentro de seus quadros ou instalações.

Daria um recado interno aos seus alunos (-Jamais aceitaremos que isso se repita) e um externo, ao mercado: -Somos uma universidade, um local para discussão e tolerância.

Mas, agora que Inês é morta (felizmente Geyse ainda é vivente), terão que recuperar o prejuízo. Viva o marketing de redes sociais.

enviado por Marcos V.

Digg It! Digg It! Del.icio.us

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